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BIOGRAFIA

Nome completo: Bruce Frederick Joseph Springsteen

Nascimento: 23 de setembro de 1949

Origem: Long Branch, Nova Jersey

País: Estados Unidos

Gênero(s): Rock, folk, pop rock

“Eu vi o futuro do rock & roll, e seu nome é Bruce Springsteen”. A frase, no mínimo bombástica, foi escrita pelo então cronista Jon Landau, após assistir a uma apresentação do jovem Bruce Springsteen em Harvard, Boston, em maio de 1973. Landau, naquele momento, sequer desconfiava que sua profecia se materializaria pouco tempo depois, quando o próprio jornalista se tornaria produtor de Springsteen no álbum mais importante de sua carreira: Born To Run (1975).

Comparado ao incomparável Bob Dylan, o nativo de Long Branch, Nova Jersey, começou a carreira bem cedo, inspirado pelo som de Elvis que sua mãe ouvia no rádio da cozinha – e pela apresentação dos Beatles no programa Ed Sullivan Show, em fevereiro de 1964.

Foi nesse exato ano que ele começaria a tocar nos Castilles, sua primeira banda. Na sequência, viriam o Earth e o Steel Mill, entre 1969 e 1971, onde Bruce conheceria os parceiros Danny Federici, Vini Lopez, e Steve Van Zandt – todos futuros membros da E Street Band.

O primeiro contrato de gravação viria em 1972, graças ao trabalho de Mike Appel e Jim Cretecos, que abriram o caminho para o encontro de Bruce com John Hammond – o lendário caça-talentos da gravadora Columbia, e responsável pelo surgimento de Bob Dylan em 1962. Naquele momento, Bruce já havia saído do Steel Mill, comandando a Bruce Springsteen Band, com a chegada de David Sancious como pianista.

Os dois primeiros álbuns Greetings From Asbury Park N.J. e The Wild, the Innocent & the E Street Shuffle, ambos lançados em 1973. não fariam muito barulho no mercado. O sucesso esperado chegaria apenas em 1975, após muito esforço – e ainda mais dinheiro investido – com a produção de Born To Run. Músicas como “Thunder Road” e a faixa-título colocaram Bruce no mapa do rock. A chegada de Landau como produtor e conselheiro tinha sido para ficar. Sua permanência na “máfia Springsteen” causaria a primeira ruptura no mundo de Springsteen. Uma eventual batalha judicial com Mike Appel nos tribunais provocaria atrasos no que seria o quinto álbum de sua discografia.

Após muito desgaste e (mais dinheiro gasto) audiências, Bruce Springsteen e a E Street Band entraram em estúdio em 1977 para nocautear as músicas que ficaram engasgadas durante dois anos. O resultado apareceria em Darkness On The Edge of Town (1978). A avalanche de músicas continuaria no álbum duplo lançado em 1981. The River combinaria o pop mais alegre de “Hungry Heart” com músicas sobre a crise econômica que os Estados Unidos atravessavam na época.

Longas e cansativas turnês obrigaram Bruce a dar uma pausa em 1982. O resultado apareceria em Nebraska, um álbum que na verdade é uma coleção de demos acústicas gravadas em seu sítio, em Colt Neck. As faixas do disco também seriam testadas no estúdio com a E Street Band nos meses seguintes, entre sessões em Jersey e na Califórnia. Dois anos depois, Bruce traria à luz Born In the U.S.A, o álbum mais popular de sua carreira, com os singles “Dancing In the Dark”, “Glory Days” e a polêmica faixa-título.

Durante a turnê, Bruce se casaria com a atriz Julianne Phillips, mas a união não duraria mais do que três anos. Após lançar Tunnel of Love (1987), ele se envolveria com a cantora Patti Scialfa, a nova integrante da E Street Band, com a qual viria se casar anos mais tarde. Os problemas pessoais levaram Bruce a dar uma pausa nas turnês logo após a Tunnel Of Love Express Tour. Além do divórcio – e do novo casamento com Patti – Bruce seria pai pela primeira vez em 1990, já como artista solo. Foi nesse período que ele também decidiu dar um tempo com a E Street Band. Seus dois álbuns Human Touch e Lucky Town (ambos lançados em 1991) contaram com o apoio de outros músicos.

Em 1994, Bruce receberia a primeira indicação ao Oscar. Com a sorte ao seu lado, o prêmio viria com Streets of Philadelphia, tema do longa Filadélfia, estrelado por Tom Hanks.

Uma rápida reunião com a E Street Band produziria a compilação Greatest Hits e o vídeo Blood Brothers, com as inéditas Secret Garden (tema de Jerry Maguire – a Grande Virada) e a faixa-título. O projeto não durou muito tempo. No mesmo ano, Bruce lançaria o disco folk The Ghost of Tom Joad (1995).

A E Street Band retomaria suas atividades em 1999, com uma série de shows em Nova Jersey. Seria o aquecimento para a volta ao disco em 2002 em The Rising, a homenagem de Bruce às vítimas do 11 de Setembro. O álbum também marcaria o início da parceria com Brendan O’Brien nos álbuns Devil’s & Dust (solo), Magic (2007) e Working On a Dream (2009).Ainda em 2009, Bruce e o engenheiro Toby Scott uniram forças para investigar os arquivos das sessões de Darkness on the Edge of Town. O trabalho chegaria no ano seguinte no box The Promise: The Darkness on the Edge of Town Story. Em meio a tantas notícias alegres, a tristeza viria com a morte do saxofonista Clarence Clemons – a segunda baixa da E Street Band em tão pouco tempo (Danny Federici havia falecido em 2008).

Após tocar no Brasil pela primeira vez em um show completo (sua estreia acontecera em 1988 na Human Rights! tour, com Sting) com a Wrecking Ball tour em setembro de 2013, Bruce ainda lançaria High Hopes (2014), uma coleção de sobras de estúdio, regravações, covers e inéditas.  Seu primeiro álbum com composições totalmente inéditas desde Wrecking Ball (2012) viria apenas em junho de 2019: Western Stars, com a participação do velho amigo de E Street Band, David Sancious.

Curiosidades: Bruce Springsteen entrou para o Rock & Roll Hall of Fame em março de 1999, apresentado por Bono, no mesmo ano que Paul McCartney. Seu sobrenome Springsteen é de origem holandesa e significa "pedra de passagem". Seus filhos se chamam Evan James, Jessica Rae e Sam Ryan.

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