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BIOGRAFIA

 

Nome Completo: Jorge Luiz Sant’anna Vercillo

Nascimento: 11 de outubro de 1968

Origem: Rio de Janeiro

País: Brasil

Gênero(s): MPB, pop, samba, jazz, R&B

Nascido no bairro do Botafogo, mas um torcedor fanático do Flamengo, o carioca Jorge Vercillo começou sua caminhada aos 15 anos ainda como Jorge Luiz, incentivado pela tia Leda Barbosa, uma cantora da lendária Rádio Nacional. O primeiro sinal de que tinha chegado mesmo para ficar foi em 1989, com a conquista do Festival Internacional de Trovadores, em Curaçao, quando venceu o prêmio de melhor intérprete com a música “Alegre”.

Seu primeiro álbum chegaria apenas cinco anos mais tarde: Encontro das Águas, lançado pela extinta Continental. A faixa-título com suas raízes em Djavan e Caymmi, se destacaria como um dos temas do remake da novela Mulheres de Areia. Em 1996 seria a vez de “Em Tudo que é Belo”, primeiro disco totalmente autoral e do single “Fácil de Entender”.  Seu próximo passo foi embarcar numa trajetória independente. O resultado fora da Continental daria certo. Com Leve (1999), Vercillo ficaria entre os mais vendidos, mesmo sem o apoio de uma grande gravadora, e ainda dividiria o estúdio com o ídolo Djavan em “Final Feliz”. 

Três anos mais tarde viria o esperado sucesso comercial, com contrato assinado com a EMI. Com Elo, Jorge Vercillo conquistaria as paradas com os hits “Homem-Aranha”, “Que Nem Maré” e ainda emplacaria “Fênix” na série A Casa das Sete Mulheres. O álbum ainda traria sua versão para o “Reino das Águas Claras”, do remake de O Sítio do Picapau Amarelo.

Em seguida, mais um sucesso com o single “Que Nem Maré”, do álbum Livre (2003). Seu encontro com o genial Marcos Valle em 2005 produziria “Pela Ciclovia”, gravada por Leila Pinheiro. Naquele mesmo ano, o álbum Signo de Ar apresentaria novas parcerias, como “Abismo” e “Ultra-leve amor”, escritas com Ana Carolina.  Antes de emplacar “Ela une todas as Coisas”, do álbum Todos Nós Somos Um (2007), Vercillo se reuniria em Copacabana para uma apresentação histórica com Jorge Mautner, Jorge Aragão e Jorge Ben Jor, registrado em Coisas de Jorge. “Me Transformo em Luar” é o sucesso do álbum seguinte, DNA, lançado em 2010, disco que traria o dueto “Há de Ser”, gravado com Milton Nascimento.

Em 2011, Jorge Vercillo gravaria “Sensível Demais”, música de sua autoria e hit com a dupla Chrystian e Ralf em 1998. Em Vida é Arte (2015), o carro-chefe é o single “Talismã Sem Par”, mais um sucesso nacional.

Curiosidades: Jorge Vercillo foi indicado três vezes ao Grammy Latino (2007, 2009 e 2010), e ainda contou com uma nomeação em 2013. O single “Final Feliz”, do álbum Leve (1999) contou com regravações de Caetano Veloso e Alexandre Pires.  Jorge Vercillo chegou a tentar a sorte como jogador de futebol no Flamengo, seu clube de coração, mas optou pela carreira musical logo no início.

 

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