Lançado em 19 de dezembro, Avatar: Fogo e Cinzas consolidou um feito histórico que transcende a própria franquia e reforça James Cameron como um dos cineastas mais bem-sucedidos de todos os tempos. Com o longa ultrapassando a marca de US$ 1,083 bilhão em bilheteria mundial, Cameron tornou-se o primeiro diretor da história a alcançar US$ 1 bilhão de arrecadação com quatro filmes consecutivos, um resultado inédito na indústria cinematográfica.
Esse desempenho se soma a uma sequência excepcional na filmografia do diretor. Antes de Fogo e Cinzas, Cameron já havia liderado sucessos globais como Avatar: O Caminho da Água (2022), com cerca de US$ 2,3 bilhões, Avatar (2009), que alcançou aproximadamente US$ 2,9 bilhões, e Titanic (1997), com cerca de US$ 2,2 bilhões.
Atualmente, Steven Spielberg ocupa a posição de diretor com maior arrecadação acumulada da história do cinema, com cerca de US$ 10,722 bilhões gerados ao longo da carreira. James Cameron aparece logo atrás, aproximando-se da marca de US$ 10 bilhões, e, a depender do desempenho comercial de Avatar 3, pode ultrapassar Spielberg nesse ranking histórico.
Sobre “Avatar: Fogo e Cinzas”
Em “Fogo e Cinzas”, a trama dá continuidade aos acontecimentos após o confronto decisivo da produção anterior, “O caminho da Água”. Na sequência, os Na’vi e seus aliados do clã marítimo Metkayina enfrentam as consequências imediatas da batalha, tentando se recompor enquanto recolhem os armamentos humanos que afundaram no leito do oceano e lidam, de forma mais profunda, com as marcas do luto deixadas pelo conflito.
O filme, que é narrado por Lo’ak (Britain Dalton), em vez de Jake (Sam Worthington), como nos precedentes, introduz uma nova tribo rival dos Na’vi, de perfil violento, liderada pela implacável Varang (Oona Chaplin), que se alia ao coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) e aos colonizadores humanos.


