Na próxima quinta-feira (12), chega aos cinemas brasileiros uma nova versão de “O Morro dos Ventos Uivantes”, dessa vez, com direção de Emerald Fennell e elenco encabeçado por Jacob Elordi – indicado ao Oscar 2026 na categoria de Melhor Ator Coadjuvante por “Frankestein” – e Margot Robbie (“Barbie”, “Era Uma Vez Em Hollywood”).
“O Morro dos Ventos Uivantes” é uma das obras mais influentes da literatura inglesa do século XIX, escrita por Emily Brontë. A intensidade emocional, a narrativa não-linear e os temas de amor, obsessão, vingança e conflito social tornaram o romance um desafio para adaptações audiovisuais. Ao longo de um século, cineastas e produtoras de diversas partes do mundo tentaram traduzir para as telas a energia dramática do texto original.
Confira algumas das versões mais bem-sucedidas da trama de Brontë traduzida para o audiovisual:
Versão de 1939, dirigida por William Wyler, com Laurence Olivier e Merle Oberon, indicada a oito Oscars.
A adaptação de 1970, sob direção de Robert Fuest, é conhecida como uma das mais leais ao livro de Emily Brontë.
Estrelada por Ralph Fiennes e Juliette Binoche, a versão de 1992 é a primeira a adaptar o longa por completo.
A minissérie lançada em 2009 foi onde Tom Hardy e Charlotte Riley, casados até hoje, se conheceram.
A versão de 2011 é dirigida por Andrea Arnold e estrelada por Kaya Scodelario e James Howson.
Sobre “O Morro dos Ventos Uivantes” (2026)
O longa-metragem contará com direção de Emerald Fennell e promete trazer uma nova visão sobre o clássico do século XIX, assinado por Emily Brontë. O elenco conta com Margot Robbie e Jacob Elordi nos papéis principais e estreará nos cinemas no dia 12 de fevereiro de 2026.
A trilha sonora do filme está a cargo da britânica Charli XCX, que já lançou as canções “House” e “Chains of Love” – ambas compõem a trilha, que terá 12 canções inéditas de Charli.
O que chamou a atenção do público, porém, foi a abordagem mais intensa e sensorial que a narrativa recebeu sob a direção de Emerald Fennell. A adaptação apresenta mudanças significativas em relação à obra original de Brontë, incorporando um olhar contemporâneo e elementos de estilo mais subjetivo ao livro – remetendo às escolhas estilísticas da diretora em seu outro filme, “Saltburn”.


