O Extreme está entre as principais atrações do Monsters of Rock Brasil 2026. Marcado para o dia 4 de abril, em São Paulo, no Allianz Parque, o festival contará com a banda no lineup, além do Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Halestorm, Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Ingressos seguem à venda na Eventim.
O show não só marcará a primeira vez de Gary Cherone (vocal), Nuno Bettencourt (guitarra), Pat Badger (baixo) e Kevin Figueiredo (bateria) no país desde 2023, como também a volta aos palcos do grupo. Isso porque os músicos não tocam ao vivo desde agosto de 2025, quando realizaram apresentações nos Estados Unidos.
Conforme o Setlist.fm, um dos setlists mais recentes foi o seguinte:
- It (‘s a Monster)
- Decadence Dance
- #REBEL
- Rest in Peace
- Am I Ever Gonna Change
- THICKER THAN BLOOD
- Play With Me (com intro de “We Will Rock You” – Queen)
- OTHER SIDE OF THE RAINBOW
- Hole Hearted
- Midnight Express
- More Than Words (com intro de “Stairway to Heaven” – Led Zeppelin)
- Cupid’s Dead (com trechos de “Cupid” – Sam Cooke e “What’s the Buzz”)
- BANSHEE (com intro de “Fat Bottom Girls” – Queen)
- Flight of the Wounded Bumblebee
- Get the Funk Out
Encore
- RISE
- Ozzy Osbourne/Black Sabbath Medley: (“I Don’t Know”, “Bark at the Moon”, “Crazy Train”, “War Pigs”, “Paranoid” e “Iron Man”)
Sabe-se também que o Extreme está gravando um novo disco, o que aumenta as expectativas por performances de material inédito. Por meio das redes sociais, Bettencourt publicou em janeiro uma imagem em estúdio e a legenda: “Primeiro dia. 2026. Ex7reme.”
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O material sucederá “Six”, sexto álbum de estúdio lançado em junho de 2023 e o primeiro projeto de inéditas em 15 anos. À American Musical Supply, como destacado pela Blabbermouth, Nuno explicou por que a banda demorou tanto para disponibilizar um novo LP:
“Sobre a gravação [de ‘Six’], muita gente tem dito algo como: ‘Cara, foram 15 anos’. Mas o álbum em si, se você somar tudo, levou provavelmente o mesmo tempo que um disco costuma levar para ser gravado. Não foram 15 anos gravando o álbum. O que aconteceu é que nós tínhamos, provavelmente, material suficiente para uns três discos. Os caras continuavam vindo a Los Angeles, e a gente fazia um lote de músicas, depois escrevia outro lote ou gravava mais alguns conjuntos de faixas.”


