Robert Plant está de volta ao Brasil. Pela primeira vez desde 2015, o eterno vocalista do Led Zeppelin realizará uma série de shows no país, ao lado do grupo Saving Grace.
Por aqui, o cantor tem três compromissos. O primeiro aconteceu no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, na última terça-feira (19).
Conforme o Setlist.fm, o repertório de 16 faixas e 1h30 incluiu músicas do Neil Young, Low, Nora Brown, mas também rolaram canções do Zeppelin: “Ramble On”, “Four Sticks”, “Friends”, “Going to California” e “Black Dog”.
Veja abaixo:
- The Very Day I’m Gone — Nora Brown
- The Cuckoo
- Higher Rock — Martha Scanlan
- Ramble On — Led Zeppelin
- As I Roved Out
- Orphan Girl — Gillian Welch
- Let the Four Winds Blow — Robert Plant and the Strange Sensation
- Four Sticks — Led Zeppelin
- It’s a Beautiful Day Today — Moby Grape
- Calling to You — Robert Plant
- Angel Dance — Los Lobos
- For the Turnstiles — Neil Young
- Friends — Led Zeppelin
- Everybody’s Song — Low
- Going to California — Led Zeppelin
- Bron-Y-Aur Stomp / Black Dog — Led Zeppelin
Agora, como mencionado, o Saving Grace tem outras duas performances por aqui: nesta quinta-feira (21), no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e no domingo (24), no Parque Ibirapuera, em São Paulo, como parte do C6 Fest. Ingressos estão esgotados para ambas as ocasiões.
Sobre o Saving Grace
No começo de 2019, o eterno vocalista do Led Zeppelin formou o Saving Grace ao lado da cantora Suzi Dian. Inicialmente, os artistas realizavam apenas apresentações ao vivo, tocando releituras de nomes como Patty Griffin, The Everly Brothers e Donovan.
Com a pandemia, voltaram para estrada em 2021 e seguiram o ritmo de shows nos anos seguintes. Até que, no último mês de julho, anunciaram o lançamento de seu primeiro disco de estúdio homônimo, que chegou a público no último dia 26 de setembro.
A gravação do material passou a tomar forma em abril de 2019. Oli Jefferson (bateria), Tony Kelsey (guitarra), Matt Worley (banjo) e Barney Morse-Brown (violoncelo) também integram a formação.
“Eu fiz isso basicamente para me manter longe do tédio entre um projeto e outro. Eu simplesmente gostei da ideia de sair por aí e tocar nesses pequenos e minúsculos shows, aparecendo sem nenhuma expectativa, nada mesmo. Foi uma maneira totalmente diferente de me divertir, sem qualquer ambição profissional além de apenas aproveitar a noite”, contou a respeito do surgimento do Saving Grace à Rolling Stone.


