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BIOGRAFIA

Integrantes: Herbert Vianna, Bi Ribeiro, João Barone

Origem: Brasília

País: Brasil

Gênero(s): pop rock, ska, reggae, regional

Entre a inesperada glória alcançada no primeiro Rock In Rio e o milagre da sobrevivência. Se existe uma banda que simboliza o triunfo sobre as adversidades ela só poderia ter o nome de Os Paralamas do Sucesso. Depois de renovar o cenário pop com hits como “Óculos”, “Me Liga” e “Melô do Marinheiro”, os fãs estiveram bem próximos de assistir ao final do grupo quando Herbert Vianna sofreu um grave acidente de ultraleve em fevereiro de 2001. Mas sua trajetória, até aquele momento, já havia entrado para a história do rock nacional.

Vizinhos na Capital Federal, o guitarrista Herbert Vianna e o baixista Bi Ribeiro se conheceram em 1977, e decidiram levar a música a sério. Já no Rio de Janeiro, a dupla de estudantes convidou o amigo Vital Dias para assumir a bateria. Em 1982 aconteceria a mudança que definiu os Paralamas. João Barone entra em cena logo após Vital (que provavelmente passeava de moto) faltar na apresentação do grupo na Universidade Rural do Rio de Janeiro. O que poucos sabem é que antes de Herbert se tornar o vocalista (ele tocava apenas guitarra) as músicas eram cantadas pelos colegas Ronel e Naldo, que decidiram largar os Paralamas para seguir a vida acadêmica.

Já como um trio, os Paralamas decidiram gravar uma fita demo com as canções “Vital e Sua Moto”, “Patrulha Noturna”, “Encruzilhada” “Agrícola-Industrial” e “Solidariedade Não” que estrearam na extinta rádio Fluminense. Após uma série de shows no lendário Circo Voador abrindo para Lulu Santos, os Paralamas assinariam seu primeiro contrato para gravar Cinema Mudo (1983). Foi apenas no ano seguinte que o grupo estouraria com O Passo do Lui – disco que apresentou os hits que empolgaram o Rock In Rio em 1985, em uma apresentação que ratificou os Paralamas como força do rock nacional ao lado de Barão Vermelho, Titãs e Legião Urbana.

Selvagem veio a seguir, com a combinação de “Alagados”, “A Novidade” (com Gilberto Gil), “Melô do Marinheiro” e a versão para “Você”, de Tim Maia. Depois de D, gravado no tradicional festival de Montreux, Os Paralamas soltaram o animado Bora Bora (1988).

“Lanterna dos Afogados, incluída em Big Bang (1989) fechou a década de hits dos Paralamas. No ano seguinte, o maior sucesso da seria Caleidoscópio, incluída na coletânea Arquivo. “Tendo a Lua” e “Trac Trac” abrem oficialmente a nova fase em Os Grãos (1991). Apesar das vendas baixas, Severino (1994) ganharia destaque fora do Brasil com produção de Phil Manzanera, do Roxy Music. A retomada viria com o pegajoso Lourinha Bombril, single que tomou conta das rádios em 1996, do disco Nove Luas.

Em 1998, os Paralamas lançaram Hey Na Na e logo em seguida gravaram o Acústico MTV. Os trabalhos seriam os últimos antes de Herbert sofrer o trágico acidente de ultraleve na cidade litorânea de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2001. Além de perder a mulher, Lucy, Herbert passaria por intenso trabalho de fisioterapia para voltar a tocar e recuperar a memória.

O retorno foi celebrado com Longo Caminho (2002), álbum que apresentaria os sucessos “Cuide Bem do Seu Amor” e “Calibre” – ambas compostas antes do acidente. Hoje (2005) seria o primeiro com faixas escritas após a recuperação. Depois do CD Rock In Rio de 1985, os Paralamas lançariam Brasil Afora (2009) com o hit A Lhe Esperar, de Arnaldo Antunes e Liminha.

Em agosto de 2017, os Paralamas voltaram com mais inéditas em Sinais do Sim, combinando guitarras elétricas e baladas suaves, incluindo a parceria com Nando Reis “Não Posso Mais”.

Curiosidades: Herbert apostou com a EMI que o disco Selvagem? não venderia 500 mil cópias na época de seu lançamento em 1986. Ele se deu mal. No total, foram vendidas mais de 600 mil cópias. O guitarrista pagou a aposta, sendo obrigado a correr dentro da gravadora totalmente nu!

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