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BIOGRAFIA

 

Nome completo: Zélia Cristina Duncan Gonçalves Moreira

Nascimento: 28 de outubro de 1964

Origem: Niterói, Rio de Janeiro

País: Brasil

Gênero(s): MPB, rock, samba, pop, reggae

Ela é de Niterói. Mas foi no Planalto Central que Zélia tentou a sorte pela primeira vez como cantora, ganhando um concurso na Sala Funarte, de Brasília, quando tinha 16 anos. E foi lá mesmo, na capital do País, que a niteroiense fez sua primeira apresentação para o público, cantando “Fazenda”, de seu ídolo Milton Nascimento.

Depois de abrir para Luís Melodia e viajar pelo país, chegaria a hora de retornar à terra natal. A volta a Niterói em 1987 proporcionou à Zélia uma nova experiência: soltar sua voz como locutora na tradicional Fluminense FM.

Dois anos mais tarde, após trabalhar com teatro e manter contatos com o Estúdio Eldorado, viria a chance de gravar o primeiro álbum: Outra Luz (1990).

Ser artista é ir aonde o povo está, já diria Milton Nascimento. Por isso, Zélia Cristina – seu primeiro nome artístico – decidiu partir para o Oriente Médio em 1991, onde tentou a sorte como cantora no hotel Meridien nos Emirados Árabes. A ideia original seria passar algumas semanas, mas o que seria uma rápida estadia se transformou em um ano. Em 1992, Zélia estava de volta.

Com diversas composições na bagagem, ela teve tempo para selecionar o material que entraria em Zelia Duncan, lançado em 1994. O disco traria o hit “Catedral”, versão em português da música gravada pela alemã Tanita Tikaram.

O próximo passo seria o álbum Intimidade (1996), acompanhado dos hits “Enquanto Durmo” e “Não tem Volta”.  Depois de emplacar a regravação de “Quase sem Querer” da Legião Urbana em 1998 e de gravar um dueto com Sting em "Perfect Love...Gone Wrong", incluído apenas na versão brasileira do álbum Brand New Day (1999), Zélia Duncan atingiria o topo das paradas com sua maravilhosa interpretação de “Alma”, composta por Pepeu Gomes e Arnaldo Antunes, incluída no álbum Sortimento (2001).

Para marcar uma década de estrada, Zélia decide lançar Eu Me Transformo em Outras (2004), com regravações de fontes de inspiração, como Elizeth Cardoso, Araci de Almeida, Sílvia Telles, Ná Ozzetti e Herivelto Martins.

Ávida colecionadora de instrumentos e pesquisadora musical, Zélia Duncan ainda exploraria diversos gêneros nos anos seguintes, como o samba e a MPB de Itamar Assunção, além do catálogo de seu mestre Milton Nascimento no projeto Invento + (2017), ao lado do violoncelista Jacques Morelenbaum.

Em abril de 2019, Zélia lançou “O Que Mereço”, o primeiro single de Tudo é Um, que sucede o álbum de composições inéditas Antes do Mundo Acabar (2015).

Curiosidades: Em 1992, Zélia gravou uma faixa no songbook de Dorival Caymmi produzido pela editora Lumiar. Em junho de 2016, Zélia foi a grande vencedora do Prêmio da Música Brasileira, vencendo em três categorias: Melhor Álbum de Samba, Melhor Cantora de Samba e Melhor Canção por "Antes do Mundo Acabar" com Zeca Baleiro.

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