Faltam exatamente dois meses para o Lollapalooza Brasil 2026. Marcada para os dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, a 13º edição do festival contará com Sabrina Carpenter, Deftones, Chappell Roan, Lorde, Tyler, the Creator, Skrillex, Doechii e Turnstile como headliners.
Addison Rae, Katseye, Marina, entre outros, também estão na programação. Ao todo, são 72 artistas escalados para o Lolla BR 2026, sendo 17 estreantes no país e 33 atrações internacionais.
Certos nomes anunciados até podem até parecer “novidade” à primeira vista — mas, na prática, já são bem conhecidos, seja por outros projetos musicais ou até por trajetórias em outras áreas. A seguir, veja três exemplos:
Djo – 22 de março
Djo é, na verdade, o nome artístico do ator Joe Keery, que interpreta Steve Harrington na série “Stranger Things”. Recentemente, o artista viralizou nas plataformas digitais com a canção “End of Beginning”.
Foto em Grupo – 21 de março
Foto em Grupo é uma nova banda, formada por Ana Caetano (do duo Anavitória), Pedro Calais (vocalista da banda Lagum), Zani (guitarrista da Lagum) e João Ferreira (vocalista da banda Daparte).
DJ Diesel – 20 de março
Shaquille O’Neal fez história no basquete, ficando conhecido como Shaq. Desde a década de 1990, mantém uma carreira musical, iniciada no rap.
DJo e o sucesso de “End of Beginning”
Uma nova música tem chamado atenção nas paradas. Desde o dia 2 de janeiro, “End of Beginning”, de Djo, tem ocupado a primeira posição de músicas mais escutadas globalmente no Spotify. Mas, afinal, por que a faixa está em alta?
Djo, na verdade, é o nome artístico do ator Joe Keery, que interpreta Steve Harrington na série “Stranger Things”, cujo episódio final foi ar no último dia 31 de dezembro. Inicialmente, o artista resolveu lançar a canção em setembro de 2022 como parte do disco “Decide”, mas, diante da popularidade no TikTok, tornou a faixa um single em março de 2024.
Com a repercussão de “Stranger Things”, os holofotes também voltaram-se para Joe. Sendo assim, a música passa agora por uma nova onda de crescimento, ultrapassando até “The Fate of Ophelia”, de Taylor Swift. À Variety, ele explicou o significado da composição:
“É sobre voltar a um lugar que significou muito para você e foi uma parte realmente importante da sua vida, mas a sua vida seguiu em frente e te levou para outros caminhos. … É isso que acontece comigo quando vou a Chicago. Fica difícil não imaginar quem eu era, como era a minha vida. É, obviamente, uma canção nostálgica — acho que ela também soa bastante nostálgica, toda a atmosfera da música. Mas, no fim das contas, a canção fala sobre viver o presente e não se prender demais ao passado, valorizando-o pelo que ele foi.”


