Taylor Swift não costuma conceder entrevistas com frequência. Porém, a cantora abriu uma exceção para a The New York Times em sua edição sobre os 30 maiores compositores dos Estados Unidos em atividade.
Veja os destaques a seguir:
Inspiração no emo
Durante o bate-papo, a cantora mencionou novamente o seu amor pelo emo e por bandas como Fall Out Boy. “Eu fui profundamente impactada pela música emo”, ela compartilhou. “Dashboard Confessional, Chris Carrabba, Fall Out Boy, as letras do Pete Wentz… a forma como eles pegam uma frase comum e a tornam ainda mais intensa.”
Truques de linguagem
A artista também deu exemplos dos truques de linguagem que faz em suas letras: “Amo aliterações, amo duas palavras que começam com a mesma letra. Eu amo isso. Por outro lado, eu não gosto de usar duas palavras seguidas em que uma delas termina com a mesma letra que começa a outra.”
História de “All Too Well”
Uma das canções mais aclamadas de Swift é “All Too Well”, presente no disco “Red” (2012), que ganhou uma versão de 10 minutos na regravação do álbum lançada em 2021: “Estávamos ensaiando para a ‘Speak Now Tour’. Eu estava muito triste de um jeito que é comum quando você tem 21 anos. Eu simplesmente, em uma pausa, comecei a tocar os mesmos quatro acordes repetidamente. E isso continuou por muito, muito tempo. Foram mais de 10 minutos desse desabafo sem parar. E não era coeso, nem muito estruturado.”
Álbum injustiçado
Taylor fez questão de exaltar o seu sexto álbum de estúdio, “reputation”, lançado em 2017. Ao seu ver, o disco acabou incompreendido à época do lançamento: “Eu adorei o álbum. Pensei: ‘Vocês podem falar o que quiserem. Eu sei o que fiz. Eu amei. Seis ou sete anos depois, as pessoas reconheceram [seu potencial]. Tipo ‘Ready for It’. As pessoas subestimaram essa música.”
Conselho para novos artistas
Por fim, Swift deixou um conselho para novos artistas: não leiam comentários a respeito de seus trabalhos. “Não deixe isso fazer você parar de escrever ou censurar a si mesmo. Se houver um ponto interessante ali, algo que você queira responder, isso vira um presente para você poder escrever alguma coisa. Mas não vá responder. Escreva sobre isso. Faça arte sobre isso.”


