No último domingo, dia 10 de maio, o Air Supply celebrou os 50 anos de carreira em grande estilo, com um show no Vibra SP, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê comemorativa da banda formada por Russell Hitchcock e Graham Russell. No Brasil, além da capital paulista, eles também passaram por Porto Alegre e Santa Catarina.
Veja, abaixo, cinco momentos marcantes do espetáculo dos músicos em SP!
Confira 5 destaques do show do Air Supply em SP
Graham Russell falando português
Após tantas vindas ao Brasil, parece que Graham Russell já até aprendeu um pouco de português. Durante o espetáculo, o cantor conversou com a plateia: “Boa noite! Como vocês estão?”, falou com os fãs. “Vocês estão prontos? Vamos lá!”
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Coro do público em “The One That You Love”
Poucas coisas emocionam mais do que ouvir uma plateia em uníssono. Neste caso, o Air Supply colocou os fãs paulistas para cantaram “The One That You Love” em um coro de arrepiar. Veja:
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Solo de bateria de Pavel Valdman
Desde 2020, o baterista Pavel Valdman passou a integrar a atual formação do Air Supply. Em um determinado momento da apresentação, o músico fez um solo de bateria cheio de personalidade.
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Batalha de “sabres” entre as celistas
As celistas Cello Kat e Jessika Soli deram um toque especial aos seus instrumentos colocando luzes nos arcos dos objetos. Na plateia, o efeito era quase o de um “sabre de luz”, ícone da saga “Star Wars”. Abaixo, confira:
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Graham Russell recitando poema autoral
Como é tradição nos shows do Air Supply, Graham declamou um poema de sua autoria. Na capital paulista, o texto escolhido foi “Invisible”. Abaixo, leia a versão original e a livre tradução:
“Come with me”, said the morning sky
Because it say about to see
and as this tortured soul did try…
a single tear fell from my eye
So many more deserve a place to feel your grace
much more than I
The veil of the light came into view
as the day did crack its shell
And underneath the faintest blue,
a rose was born…
my gift to you.
Invisible as love’s design,
the tear turned into morning dew
So journey on! You know you must
I will watch the Martin’s play
We, creatures all, will one day fall
and from afar or near I’ll call together then
and without end upon your clouds, we’ll sail away
Livre tradução do poema:
“Venha comigo”, disse o céu da manhã
Porque ele parecia prestes a revelar algo
e enquanto esta alma torturada tentava…
uma única lágrima caiu do meu olho
Tantos outros merecem um lugar para sentir sua graça
muito mais do que eu
O véu da luz surgiu à vista
enquanto o dia rompia sua casca
E sob o mais tênue azul,
uma rosa nasceu…
meu presente para você.
Invisível como o desenho do amor,
a lágrima se transformou em orvalho da manhã
Então siga sua jornada! Você sabe que precisa
Eu observarei os martins brincarem*
Nós, todas as criaturas, um dia iremos partir
e de longe ou de perto, eu chamarei todos juntos então
e sem fim, sobre suas nuvens, navegaremos para longe.
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