C6 Fest: a história do festival que une o clássico e o novo

Segunda edição do evento acontece nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2024, no Parque Ibirapuera; ingressos estão à venda

Após uma primeira edição de sucesso no ano passado, o C6 Fest volta para uma segunda rodada nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2024, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Soft Cell, Cat Power, Black Pumas, Squid, Young Fathers, Romy e Noah Cyrus estão entre as principais atrações do lineup. Ingressos estão à venda no site oficial.

Fato é que o próprio evento descreve-se como a mistura do clássico e do novo. Assim, Alexandra Pain, head de marketing do C6 Bank, patrocinador master, explicou que a ideia para a programação surgiu inspirada pelo antigo Free Jazz.

“Procurei a Dueto com a ideia de criar um festival que resgatasse o legado do Free Jazz, evento que sempre fez parte da minha memória afetiva. Conseguimos reunir artistas consagrados e novos nomes da cena mundial no C6 Fest, que também deve entrar para a história dos festivais de música. Vamos oferecer aos nossos clientes vantagens exclusivas para assistir a shows imperdíveis.”

Aliás, Monique Gardenberg, diretora e fundadora da Dueto Produções – responsável por trazer nomes como Nina Simone, Chet Baker e Stevie Wonder ao Brasil – , completou:

“Sentíamos falta de algo na linha do que havíamos criado lá atrás, com programações especificas em ambientes também distintos. O festival sempre possuiu na sua concepção original, em 1985, a ideia de unir um ou dois nomes consagrados a talentos novos, inéditos, que despontavam no panorama da música mundial. É quase um festival de formação musical, para nós e para o público.”

“Novas forças criadoras”

De acordo com o próprio banco, os preparativos para o C6 Fest começaram ainda em 2022. Em suma, o mais importante, como destacou Monique, é abrir caminho para “novas forças criadoras”.

“A beleza de um festival como o C6 Fest está em expandir nossas sensibilidades, abrir nossos horizontes sonoros. Esse é o grande sentido pra mim, unir nomes consagrados ao novo. Se no passado nomes como Chet Baker, Ray Charles e Sarah Vaughan se uniam a talentos como Bobby Mc Ferrin, Philip Glass e John Zorn, hoje seguimos abrindo caminho para novas forças criadoras.”

 

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