Céline Dion conta os bastidores do clássico “My Heart Will Go On”: “não queria cantar”

Música integrou trilha sonora de "Titanic"' (1997) e virou um fenômeno, conquistando Grammy e Oscar

Céline Dion segue compartilhando os bastidores por trás de seus maiores sucessos. Na última quarta-feira (25), a cantora publicou um vídeo especial sobre o clássico “My Heart Will Go On”, música tema do filme “Titanic” (1997) e vencedora do Grammy e Oscar.

De início, a artista estava relutante em gravar a faixa, assinada por James Horner. Foi o próprio compositor quem ofereceu a letra para a estrela, que negou num primeiro momento, como relatado:

“Eu fui muito, muito sortuda na minha carreira, porque tive algumas músicas clássicas oferecidas a mim, que ganharam Oscars e serão lembradas muito depois que eu partir deste mundo. Eu não queria cantar ‘My Heart Will Go On’. Não apenas porque o diretor não queria ter uma música no filme dele, porque ele disse que o filme dele já era bom o suficiente, o que é verdade. Então James Cameron e James Horner estavam brigando como diretor e compositor. Um realmente queria aquela música e queria que eu cantasse aquela música.”

Tudo mudou quando Jim a encontrou para tentar convencê-la. Ao ouvir a música no piano, Céline continuava incerta, mas resolveu dar uma chance após a insistência do saudoso marido René Angélil:

“Jim veio se encontrar comigo e com René, sentou no piano e começou a cantar a música. Eu estava no sofá atrás dele, René estava ao lado dele e eu estava: eu não vou cantar essa música. Então ele disse: “desculpe, desculpe, eu não quero ser rude, mas é que você não está fazendo justiça à música agora. Não me entenda mal, a música é ótima. E se a Céline fizer demo com a sua voz e dar uma chance? Ele disse: ‘Isso seria incrível’. E eu estava pensando comigo mesma: ‘Oh, estou ferrada. Acabou, estou fora disso’.”

Então, ao gravar a demo, Dion deixou todos no estúdio emocionados. Assim, não tinha mais volta:

“Eu só cantei uma vez, só para tentar. Eu estava um pouco cansada, então tomei um café preto. Eu não tomo necessariamente um café preto quando gravo, porque me deixa um pouco nervosa. Isso mudou o meu vibrato. Mas não me importei, porque eu não queria cantar a música. Mas depois que eu cantei, eu me virei e todo mundo estava chorando no estúdio. Então, montaram a orquestra em torno da minha voz. Jim apresentou a música para James Cameron, o diretor, novamente, que aceitou.”

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