Cinebiografia de Michael Jackson não incluiu Janet Jackson, segundo site

TMZ publicou boato a respeito de uma suposta briga, desmentida pelo diretor criativo e sobrinho da cantora

Em breve, a história de Michael Jackson chegará às telonas. “Michael”, cinebiografia do astro estrelado pelo sobrinho Jaafar Jackson, entrará em cartaz nos cinemas nacionais no próximo dia 23 de abril.

Apesar de ainda não ter estreado, o longa-metragem já teve partes de sua história divulgadas. Conforme a Variety, o enredo termina com o Rei do Pop no auge, durante a era em divulgação ao álbum “Bad” (1987).

Tópicos como a relação do cantor com o pai Joe Jackson e a recuperação do artista após as queimaduras durante as filmagens de um comercial da Pepsi em 1984 também aparecerão. De acordo com o veículo, porém, Janet Jackson, irmã de Michael, não foi retratada na obra.

Segundo o tabloide TMZ, a cantora ainda teria assistido ao longa-metragem ao lado da família e feito críticas, enquanto os demais membros aprovaram o resultado da produção. Ela teria até mesmo discutido em uma ligação telefônica com o irmão Jermaine Jackson, pai de Jaafar.

Gil Duldulao, coreógrafo e diretor criativo de Janet de longa data, negou a informação. Por meio do X/Twitter, o dançarino respondeu a respeito: “Errado de novo. Hahaha.”

Austin Brown, sobrinho de Janet, também desmentiu a matéria. Na seção de comentários de uma postagem sobre o tema feita pela página Wonder Wombman 2, ele escreveu: “Isso é uma mentira.”

Tudo o que sabemos sobre a cinebiografia de Michael Jackson

Inicialmente, a previsão era de que o filme saísse em outubro de 2025. Porém, por certas mudanças na trama, a data precisou ser adiada. Agora, a cinebiografia deve chegar ao público no dia 24 de abril de 2026. A Lionsgate será responsável pela distribuição nos Estados Unidos, enquanto a Universal cuidará do lançamento global.

A direção ficou a cargo de Antoine Fuqua, cineasta premiado conhecido por obras intensas e visualmente marcantes como “Dia de Treinamento” (2001) e “Emancipation” (2022). Sendo assim, o filme promete uma abordagem sensível e poderosa da trajetória do astro. Já o roteiro é assinado por John Logan, indicado ao Oscar por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “Hugo” (2011). Na produção, quem fica é Graham King, que também produziu “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia do Queen.

Conforme a sinopse, “o filme conta a história de Michael Jackson para além da música, acompanhando sua trajetória desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior entertainer do mundo. Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas de sua carreira solo inicial, o longa oferece ao público um assento na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes.”

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