Antes do lançamento de “Improviso”, no último mês de novembro, o mais recente projeto de Djavan havia sido “D Ao Vivo em Maceió”, que chegou ao público em 2024. Ao longo da carreira, o astro brasileiro já lançou quatro discos ao vivo: “Djavan Ao Vivo” (1999), que marcou a estreia do cantor no gênero, “Ária Ao Vivo” (2011), “Rua dos Amores ao Vivo” (2014) e a coletânea de 2024.
Em breve, os fãs terão uma nova oportunidade de ver Dja ao vivo, mas não nos álbuns e sim literalmente nos palcos! Isso porque, para celebrar os 50 anos de trajetória, o artista cantará os maiores sucessos da discografia na nova turnê “Djavanear 50 Anos Só Sucessos”.
O início da excursão será em São Paulo, com dobradinha no Allianz Parque entre os dias 8 e 9 de maio. Ingressos já estão à venda. Ao todo, serão mais de 20 datas com shows no Brasil e até no exterior.
A fim de aquecer os motores para o grande espetáculo, relembre o 1º álbum ao vivo da carreira do gigante da MPB!
“Djavan ao Vivo”: relembre o 1º álbum do gênero da carreira de Djavan
Desde o álbum de estreia “A Voz, O Violão, A Música de Djavan”, disponibilizado em 1976, o cantor não havia lançado nenhuma gravação oficial de show até o final dos anos 90. Foi preciso mais de duas décadas de carreira para que, em 1999, Dja oficializasse seu 1º projeto ao vivo: “Djavan ao Vivo”, que foi dividido em duas partes.
A apresentação eternizada na coletânea aconteceu no Rio de Janeiro, no Teatro João Caetano, em julho daquele mesmo ano. Assim com a turnê “Djavanear”, o espetáculo também foi uma comemoração: neste caso, o artista estava celebrando os seus 25 anos de carreira.
O projeto conta com, ao todo, 24 músicas e 1 hora e 51 minutos de duração, incluindo sucessos de todas as fases da trajetória do cantor, desde a música de estreia “Fato Consumado”, até clássicos como “Flor de Lis” e “Samurai”.
Ele ainda preparou surpresas para os fãs, apresentando duas músicas inéditas, que se tornaram figurinhas carimbadas em sua discografia: “Um Amor Puro” e “Acelerou”. Djavan também cantou “Azul”, composição autoral que foi eternizada na voz de Gal Costa.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, na época do lançamento do disco, o cantor destacou a presença de faixas do início da carreira no repertório. “Com essas canções as pessoas começaram a assimilar a minha arte”, disse.


