“Eu não gosto de ser chamado de futuro do rock”, diz Yungblud

"Não gosto que as pessoas pensem que fui eu quem disse isso", destacou cantor

Cantor britânico de 28 anos, Yungblud está em atividade desde 2017 e construiu uma relação próxima com Ozzy Osbourne nos últimos anos. Em 2025, o artista chamou atenção ao participar da despedida do saudoso Madman e do Black Sabbath, onde cantou uma versão de “Changes”.

Pela performance, o artista foi aclamado por nomes como Brian May e ganhou um Grammy. Pouco mais tarde, também iniciou uma parceria com o Aerosmith, com quem lançou o EP conjunto “One More Time”. Ainda, recebeu elogios de Billy Corgan, Dave Grohl e mais.

Diante de tais fatos, o astro tem sido colocado, muitas vezes, como o “futuro do rock”. Porém, o cantor rejeita o título, como deixou claro em entrevista ao iPaper:

“Tem sido um grande ano, mas eu não gosto de ser chamado de futuro do rock. Não gosto que as pessoas pensem que fui eu quem disse isso. Sou um garoto de classe média, nunca afirmei o contrário, e estou apenas fazendo o meu trabalho. Sou um garoto inglês que ama o seu país.”

À Rolling Stone em janeiro, Yungblud revelou que pensa atualmente no álbum sucessor de “Idols” (2025), cuja produção será assinada por Andrew Watt, conhecido pelas colaborações com Ozzy, Rolling Stones, Elton John e mais.

“Idols foi extremamente maximalista. O que eu e o Watt queremos fazer agora é extremamente minimalista. Queremos muito que soe ao vivo, com cara de banda. Talvez nem gravemos com clique. Tenho ouvido [Jeff] Buckley, [Chris] Cornell e [Scott] Weiland, entrando nessa atmosfera do MTV Unplugged de 1993, Stone Temple Pilots, Nirvana. Uma das coisas que mais gosto do que o Bowie disse foi: ‘Eu olhava para o último álbum e ia completamente na direção oposta’. Se você tem três minutos, cinco acordes e a porra da verdade, o que você vai fazer?”

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