O Grammy 2026 aconteceu no último domingo (1º), em Los Angeles, no Estados Unidos, e premiou alguns dos grandes destaques da música no último ano. Porém, uma vitória acendeu dúvidas entre o público.
Billie Eilish foi a grande vencedora de um dos prêmios mais importantes da noite, “Canção do Ano”, com “Wildflower”. A faixa, no entanto, foi lançada em maio de 2024, no álbum “Hit Me Hard and Soft”, disco que já concorreu ao Grammy 2025, e esteve até na corrida pelo título de “Álbum do Ano”.
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Então, como uma música disponibilizada há anos pôde ser indicada e ganhou o gramofone?
Embora “Wildflower” tenha chegado ao público há dois anos, ela ganhou divulgação separada do álbum, ou seja foi trabalhada como um single, em fevereiro de 2025, entrando no período de elegibilidade desta edição do Grammy, entre 31 de agosto de 2024 e 30 de agosto de 2025.
Além disso, conforme o regulamento da Academia de Gravação, caso a música faça parte de um álbum que já tenha sido indicado no ano anterior, o disco não pode ter ganhado nenhuma das categorias de performance em que ele concorria, o que aconteceu com o “Hit Me Hard and Soft”.
Ou seja, como um single a música se enquadrou nas condições da cerimônia, levando, assim, a estatueta para casa.
Billie superou “Golden”, das Guerreiras do K-Pop, “APT.”, de Bruno Mars e Rosé, e outros grandes hits do último ano. Com a vitória, esse foi o 10º Grammy na carreira da cantora que tem apenas 24 anos.
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