Jorge Ben Jor: uma sinfonia rubro-negra

O dia 22 de março marca não só o 85º aniversário de um dos maiores nomes da música brasileira, como também a celebração de uma grande paixão: a do cantor e compositor Jorge Ben Jor pelo Clube de Regatas do Flamengo.

Assim sendo, para celebrar a data, o Flamengo presenteou Ben Jor com uma homenagem especial: recriações de capas de seus discos com jogadores do clube. Igor Jesus, Gabriel Barbosa (Gabigol) e Bruno Henrique vestiram a pele do artista em releituras de “Samba Esquema Novo” (1963), “Jorge Ben” (1969) e “Ben” (1972), respectivamente.

A obra de Jorge Ben Jor, repleta de referências ao clube e a sua paixão pelo esporte, transcende gerações. O artista não é apenas um ilustre torcedor do Flamengo, mas símbolo de união entre música, futebol e cultura brasileira.

Ao longo de seus 23 álbuns de estúdio, Ben Jor eternizou o Flamengo em diversas canções. Em “País Tropical”, uma de suas obras mais célebres, ele declara: “Sou Flamengo e tenho uma nega chamada Tereza”. Homenagens a jogadores como Zico em “Camisa 10 da Gávea” e Fio Maravilha na canção homônima consolidam o legado musical rubro-negro do artista.

A paixão de Jorge Ben Jor pelo Flamengo inspirou a criação de diversos projetos que celebram essa união.

Samba Esquema Novo (1963)

Jorge Ben (1969)

Ben (1972)

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