Lollapalooza Brasil: 3 curiosidades sobre Lorde, atração do festival

A cantora é uma das headliners do último dia de evento, 22 de março (domingo)

Em exatamente uma semana, Lorde retorna ao Brasil e cantará, pela segunda vez no Lollapalooza Brasil. Ela é uma das principais atrações da 13ª edição do festival, concluindo a programação no Palco Samsung Galaxy no próximo dia 22 de março (domingo).

A primeira passagem da neozelandesa pelo evento paulista também marcou a estreia dela no país, em 2014, com a “Pure Heroine Tour”. A fim de aquecer os motores para a volta da artista ao país, confira três curiosidades sobre ela que você talvez não sabia!

3 curiosidades sobre Lorde, atração do Lollapalooza Brasil 2026

Ela tem sinestesia

Segundo o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 4% da população mundial tem sinestesia, uma condição neurológica em quem o cérebro não apenas ouve sons, como também associa cores a eles. A dona de “Royals” está entre essa pequena porcentagem.

Em entrevista à revista NME, em 2017, ela contou como é conviver com isso, revelando que a sinestesia tem impacto inclusive em seu trabalho:

“O trabalho que faço é um reflexo do que se passa dentro da minha mente […]. Experimentar uma música e ter essa imagem girando ao seu redor – sabe, você escolhe um acorde e de repente surge uma explosão de cores ou texturas diferentes. É emocionante, é estranho e faz tudo parecer um pouco mais vívido.”

Fechou o 1º contrato na indústria musical aos 12 anos

O primeiro álbum da cantora, “Pure Heroine”, foi lançado em 2013 e já contou contou com três hits: “Royals”, “Team” e “Ribs”. Na época, ela tinha apenas 16 anos. Porém, a sua história na indústria começou antes disso.

Aos 12 anos, Lorde assinou o seu primeiro contrato, descrito como um “contrato de desenvolvimento”, com a Universal Music Group. Ela foi descoberta por um olheiro que assistiu a um show de talentos em que a artista participou, como conta a Rolling Stone.

Por que ela escolheu Lorde como nome artístico

Embora seja mundialmente conhecida como Lorde, este não é o nome de batismo da artista, chamada Ella Marija Lani Yelich-O’Connor. Em entrevista ao programa 60 Minutes, ela conta como aconteceu a decisão do nome artístico:

“Na verdade, foi uma decisão muito rápida. É engraçado, porque eu penso: ‘Nossa, se eu soubesse que teria esse nome para o resto da vida, provavelmente teria levado mais de dois dias para escolhê-lo’. Acho que foi uma boa escolha espontânea. Tenho muito orgulho da minha versão de 16 anos por não ter estragado tudo, porque se eu tivesse escolhido um nome legal, estranho e descolado que eu odiasse agora, seria muito irritante.” A artista, agora com 20 anos, acrescentou: ‘Era essa minha obsessão por nobreza e aristocracia. Pensei em ‘Lord’ e adorei como soava, e aí achei que seria legal adicionar um ‘e’ para feminizar.'”

 

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