Nuno Bettencourt traz atualizações do novo álbum do Extreme

Banda revelou que estava gravando o sucessor de "Six" (2023) em janeiro

Ainda em janeiro, o Extreme confirmou que trabalhava em seu sétimo álbum de estúdio. Por meio das redes sociais, o guitarrista Nuno Bettencourt publicou uma imagem em estúdio e a legenda: “Primeiro dia. 2026. Ex7reme.”

O material sucederá “Six”, sexto álbum de estúdio lançado em junho de 2023 e o primeiro projeto de inéditas em 15 anos. Desde então, não havia qualquer outro detalhe a respeito do vindouro trabalho, mas o músico trouxe atualizações em entrevista ao radialista Eddie Trunk nos bastidores do festival Monsters of Rock, em São Paulo.

Nós ainda estamos finalizando as gravações. Acabamos de concluir algumas partes de bateria. Mas, em relação às músicas, temos um ótimo conjunto de cerca de 20 faixas para escolher”, pontuou o integrante.

A respeito da sonoridade, o português adiantou que o público pode esperar um trabalho verdadeiramente rock and roll: “Estamos muito empolgados. Acho que toda banda vai dizer: ‘esperem até ouvir o próximo álbum, ele é inacreditável’. Mas, no nosso caso, estamos genuinamente animados. Depois de fazer seis discos, percebemos uma coisa: no rock and roll em geral, há uma certa escassez quando se trata de álbuns inéditos, especialmente de bandas da nossa geração. Então, queríamos realmente fazer um álbum de rock. O Extreme sempre foi conhecido por ser meio eclético, por seguir caminhos inesperados, indo para diferentes direções. Mas, dessa vez, sentamos e pensamos: ‘e se fizéssemos um disco no espírito de um álbum do AC/DC ou do Van Halen?’ Não soando como eles, mas com aquela mesma energia’. Estamos muito animados. É um verdadeiro álbum de rock and roll, sem parar, do começo ao fim.”

Assista abaixo:

Anteriormente, à American Musical Supply, como destacado pela Blabbermouth, Nuno explicou por que a banda demorou tanto para disponibilizar um novo LP:

“Sobre a gravação [de ‘Six’], muita gente tem dito algo como: ‘Cara, foram 15 anos’. Mas o álbum em si, se você somar tudo, levou provavelmente o mesmo tempo que um disco costuma levar para ser gravado. Não foram 15 anos gravando o álbum. O que aconteceu é que nós tínhamos, provavelmente, material suficiente para uns três discos. Os caras continuavam vindo a Los Angeles, e a gente fazia um lote de músicas, depois escrevia outro lote ou gravava mais alguns conjuntos de faixas.”

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