Uma homenagem a ícones da música feminina!

Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos, a princípio, a força e a contribuição das mulheres em todos os âmbitos da sociedade, incluindo a música. Através de seus talentos e vozes, as mulheres certamente moldaram a história da música e inspiraram gerações!

Assim sendo, para homenagear este legado, a Alpha destacou 10 dos inúmeros ícones da música feminina que abriram caminho para outras artistas e deixaram uma marca atemporal na indústria. Confira!

Aretha Franklin

Aretha Louise Franklin foi mais do que uma cantora e compositora americana. A “Rainha do Soul”, reverenciada internacionalmente por sua voz e considerada pela revista Rolling Stone como a “maior cantora de todos os tempos”, era capaz de transmitir emoções diversas.

Aretha elevou o soul a novos patamares ao incorporar elementos de gospel, R&B e funk em suas músicas. Além disso, seus sucessos, como “Respect”, “Natural Woman” e “Chain of Fools”, eternizaram seu legado. Talentosa pianista e compositora, Aretha também escrevia e produzia suas próprias músicas.

Nina Simone

Eunice Kathleen Waymon, artista multifacetada conhecida como Nina Simone, dominava igualmente o jazz, soul e blues com maestria. Seu talento musical manifestou-se, a saber, desde cedo, quando começou a tocar piano aos três anos. Mais tarde, sob o nome artístico Nina Simone, ela tornou-se uma das vozes mais marcantes do século XX, utilizando sua música como ferramenta de protesto e esperança.

Contudo, apesar de suas habilidades como pianista clássica, o sonho de tornar-se concertista foi frustrado pelas barreiras da discriminação. Dessa forma, encontrando no jazz, blues e soul a liberdade para expressar sua criatividade e denunciar as injustiças sociais, Nina Simone tornou-se uma voz poderosa do movimento pelos direitos civis na década de 60.

Canções como “Feeling Good”, “Revolution” e “Mississippi Goddam” tornaram-se hinos de protesto e esperança e a consolidaram como um dos grandes expoentes da música feminina.

Janis Joplin

Pioneira do rock’n’roll, Janis Joplin transcendeu estereótipos de gênero em uma época dominada por homens, tornando-se um ícone da contracultura dos anos 60. Sua voz, carregada de emoção, a diferenciava de qualquer outra cantora da época.

Aliás, Janis era tida por muitos como a personificação da liberdade e da rebeldia, inspirando gerações de mulheres a se expressarem sem se importar com as expectativas da sociedade. Apesar de sua curta carreira, canções como “Piece of My Heart”, “Me and Bobby McGee” e “Ball and Chain” eternizam seu legado.

Ella Fitzgerald

Com uma carreira de seis décadas, 13 prêmios Grammy e diversos álbuns gravados, Ella Fitzgerald foi um ícone da música americana. Conhecida como a “Primeira Dama da Canção”, colaborou com grandes nomes do jazz como Duke Ellington, Dizzy Gillespie e Louis Armstrong.

Dominando o jazz e transitando entre diferentes estilos como swing, bebop e scat, Ella quebrou barreiras raciais e se tornou um símbolo de sucesso para a comunidade afro-americana. Sua versão de “Mack the Knife” tornou-se um clássico, e hits como “It’s A Lovely Day Today” e “Summertime” eternizaram-na na história da música.

Amy Winehouse

Apesar de sua carreira curta, Amy Winehouse deixou um legado musical duradouro. Amy escrevia e compunha suas próprias músicas, infundindo-as com suas experiências pessoais e sentimentos. A princípio, sua música era uma mistura de soul, jazz, R&B e pop. Além disso, suas letras abordavam temas como amor, perda e vício.

Amy Winehouse faleceu em 2011, aos 27 anos de idade, mas sua música e seu legado continuam a viver. Seu álbum “Back to Black” é considerado um dos melhores álbuns de soul de todos os tempos. Canções como “Rehab” e “Back to Black” se tornaram hinos atemporais.

Beyoncé

Beyoncé, uma das artistas mais completas da atualidade, demonstra ter um grande impacto na indústria musical. Sua discografia é, certamente, extensa e repleta de sucessos, desde trabalhos com o grupo Destiny’s Child até sua carreira solo. 

Beyoncé inspira mulheres em todo o mundo a serem fortes e independentes. Além disso, a artista usa suas redes sociais para defender causas importantes, como justiça racial e igualdade de gênero.

Uma das artistas mais premiadas da história, com 32 prêmios Grammy e diversos outros reconhecimentos, Beyoncé possui uma influência imensa na cultura pop, inspirando fãs e artistas. Seu impacto é sentido em sucessos que dominaram as paradas, como “Single Ladies”, “Halo” e “Formation”.

Elis Regina

Elis Regina, a “Pimentinha” da música brasileira, admirou o país com sua voz, interpretações e personalidade. Sua discografia com hits como “Como é Grande o Meu Amor por Você” e “Águas de Março”, a consagrou como uma das maiores vozes do Brasil.

Elis era conhecida por sua personalidade forte e autêntica. Não se intimidava com a censura e defendia suas ideias com convicção. Sua postura desafiadora e irreverente a tornou um símbolo de liberdade, resistência e música feminina. 

Cássia Eller

Cássia Eller foi uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea. Sua carreira começou a decolar na década de 80, ao participar de festivais de música. Com o álbum “Cássia Eller ao Vivo”, lançado em 1996, sua carreira atingiu um novo patamar. O álbum incluiu sucessos como “Malandragem” e “O Segundo Sol”, que se tornaram hinos amplamente conhecidos. 

Sua habilidade de reinterpretar canções de diversos gêneros, como rock, MPB, reggae e blues, conquistou uma ampla base de fãs. Ao longo de sua carreira, Cássia Eller lançou vários álbuns aclamados pela crítica e público. 

Rita Lee

Tendo emergido como uma das pioneiras do rock no Brasil, Rita Lee é uma das figuras mais influentes da música popular brasileira. Sua carreira musical começou na década de 60, quando ela se juntou ao grupo Os Mutantes, uma das bandas do movimento tropicalista. 

Após deixar Os Mutantes em 1972, Rita iniciou sua carreira solo. Ao longo dos anos, ela lançou uma série de álbuns aclamados pela crítica e pelo público, incluindo “Fruto Proibido” (1975), “Babilônia” (1978) e “Rita Lee” (1980). Suas letras muitas vezes abordam temas sociais e políticos de forma satírica e humorística, refletindo seu espírito rebelde e sua crítica à sociedade.

Maria Bethânia

Maria Bethânia, irmã de Caetano Veloso, mostrou desde cedo um talento para o canto. Sua carreira teve início na década de 60, quando participou do movimento tropicalista ao lado de seu irmão Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, entre outros. 

Bethânia é conhecida por sua capacidade de interpretar diversos gêneros musicais, incluindo bossa nova, MPB, samba, e música regional da Bahia. Sua discografia é diversificada, incluindo álbuns como “Álibi” (1978), “Mel” (1979), “Maricotinha” (1991) e “Brasileirinho” (2003).

Maria é também reconhecida por suas parcerias musicais, colaborando com alguns dos maiores nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Milton Nascimento, entre outros.

Leia também: Quem é a primeira mulher indígena dos EUA a ser indicada na categoria “Melhor Atriz” do Oscar?

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