No último sábado (6), Lauryn Hill se apresentou no Rio de Janeiro como atração principal do festival Global Citizen Live, na Enseada de Botafogo. Sobretudo, a performance celebrou os 30 anos do álbum “The Score” (1996), dos Fugees.
Wyclef Jean, YG Marley, Zion Marley e a brasileira Ludmilla também participaram do evento gratuito que encerrou a Rio Nature & Climate Week, cujo intuito é engajar o público em ações relacionadas à preservação ambiental.
Entre as músicas cantadas pela artista, estiveram “Ex-factor”, “No Woman, No Cry”, clássico de Bob Marley & The Wailers,“Killing Me Softly With His Song”, “Doo Wop (That Thing)”, “Turn Your Lights Down Low” e mais.
Veja vídeos abaixo:
Ver essa foto no Instagram
Em comunicado publicado previamente, Wyclef Jean, embaixador do Global Citizen, declarou a respeito do espetáculo:
“Não conseguimos pensar em uma forma melhor de comemorar os 30 anos de ‘The Score’ do que agir para tornar o mundo um lugar melhor, junto com o povo maravilhoso do Rio de Janeiro.”
Vale mencionar que foi a primeira passagem da rapper pelo Brasil desde setembro do ano passado. Na ocasião, a estrela subiu ao palco no festival The Town, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Veja a cobertura completa clicando aqui.
Lauryn Hill explica motivo de nunca ter lançado outro álbum depois de “The Miseducation of Lauryn Hill”
O álbum “The Miseducation of Lauryn Hill” (1998) ganhou cinco Grammys, vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo e foi eleito como o “Melhor de Todos Os Tempos” em um ranking da Apple Music. Mesmo com tremendo sucesso e impacto global, Lauryn Hill nunca lançou outro disco solo desde então.
A razão disso, é claro, sempre foi um mistério que deixou tanto os fãs quanto a crítica confusos. Mas, finalmente, a artista esclareceu o motivo de não ter trabalhando em uma segunda coletânea.
Tudo começou quando o veículo Fraim World tocou no assunto, publicando uma série de possibilidades que fizeram Hill não lançar outro álbum, destacando problemas com gravadora, perfeccionismo, prioridades pessoais e o peso da fama.
Na seção de comentários, a própria respondeu: “Eu discordo. Quando você é movido pela inspiração e deseja agir com princípios, existe algo sobre o qual pouco se fala: o desgaste e o desafio de encontrar um espaço seguro para criar com integridade. Muitas pessoas enxergam oportunidade apenas pelo aspecto financeiro e, frequentemente, deixam de lado o propósito, o significado […]. A criatividade atinge sua força máxima quando é livre. Se eu não tivesse feito mais nada, ainda assim teria apresentado novos padrões e possibilidades a uma geração que, até então, nem imaginava que poderia atuar nesse nível.”


