“Wish You Were Here”, nono álbum de estúdio do Pink Floyd, saiu em 12 de setembro de 1975 e virou um dos maiores clássicos do rock progressivo. Gravado nos estúdios Abbey Road, em Londres, o disco reflete o clima de melancolia e crítica à indústria musical após o sucesso de “The Dark Side of the Moon” (1973)
Para celebrar os 50 anos do material, a banda resolveu relançá-lo numa versão especial chamada “Wish You Were Here 50”, com versões alternativas das canções, demos e apresentações ao vivo, com áudios remasterizados por Steven Wilson. Ainda, deixou disponível um box em vinil, acompanhado de um livro de fotos raras e um pôster.
Sendo assim, diante das novidades, o projeto acabou voltando às paradas. Na semana que engloba os dias 18 e 24 de dezembro, justamente a semana do Natal, “Wish You Were Here” aparece em primeiro lugar dos álbuns mais vendidos no Reino Unido.

Conforme a NME, “o álbum também alcançou o topo das paradas em seu lançamento original, em 1975”. Basicamente, há um intervalo de 2.620 semanas, ou seja, mais de 50 anos, entre os feitos, o que é um recorde.
Por meio das redes sociais, David Gilmour comemorou a marca histórica. O guitarrista escreveu:
“Erguendo um brinde à ótima notícia de que ‘Wish You Were Here’ conquistou o primeiro lugar na parada de álbuns do Reino Unido no Natal.”
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Sobre “Wish You Were Here”
“Wish You Were” ficou marcado por homenagear o saudoso integrante Syd Barrett, cuja ausência permeia todo o trabalho. Entre as canções mais emblemáticas, estão “Welcome to the Machine”, que denuncia a mecanização e alienação do mercado fonográfico, “Have a Cigar”, com sua ironia sobre executivos da música, e a faixa-título “Wish You Were Here”. Além disso, o projeto também destacou-se pela capa, que traz dois homens de terno se cumprimentando em um estúdio, enquanto um deles está em chamas.


