A MPB pelo olhar dos fotógrafos

Hoje, dia 8 de janeiro, é o Dia do Fotógrafo e o Dia Nacional da Fotografia. Há quase 200 anos, em 1826, ela surgiu na França, com o inventor Joseph Niépce, que tirou uma foto do quintal de sua casa. Desde aquela época, o ato de fotografar é uma forma de guardar memórias, registrar momentos e fazer arte. Na música, por exemplo, grandes profissionais eternizaram shows e fizeram capas de discos se tornarem verdadeiros símbolos na história.

Mario Thompson foi um deles. Nascido em São Paulo, o fotógrafo, que morreu em agosto de 2021, aos 76 anos de idade, capturou ao longo de sua vasta carreira diversos shows, sobretudo da MPB, e clicou algumas das maiores capas de álbuns nacionais, como “Refavela”, de Gilberto Gil, “Mote e Glosa”, de Belchior e “Vivo!”, de Alceu Valença.

 

Foto presente no encarte do álbum “Vivo!”, de Alceu Valença, lançado em 1976. De acordo com o fotógrafo, essa imagem, assim como a da capa, não podia ficar de fora da concepção do disco por causa de sua espontaneidade.

 

Chico Buarque e Milton Nascimento durante apresentação na USP, nos anos 70. do primeiro LP de Belchior, "Mote e Glosa", lançado em 1974.

Capa do primeiro LP de Belchior, "Mote e Glosa", lançado em 1974.

 

Thereza Eugênia também faz parte desse grupo. A fotógrafa baiana de 81 anos de idade retratou como ninguém os artistas da MPB entre os anos 70 e 80, e até lançou, recentemente, um livro com as melhores imagens chamado “Portraits 1970-1980” . Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Elza Soares e Raul Seixas são alguns dos cantores que passaram pelas lentes de Thereza.

Maria Bethânia em 1970.

 

Fafá de Belém .

 

 

Maysa cantando no Canecão.

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