Crypto Art: quais são os princípios e a relação com o mundo da música

Criar conteúdo em um ambiente digital e tecnológico pode abrir um mundo de novas possibilidades para os artistas, já que eles podem se expressar por meio de imagens, vídeos, GIFs, músicas e muito mais. 

O mercado digital sempre sofreu com problemas sobre direitos autorais e reprodução  indevida do conteúdo, por isso, para garantir a autenticidade dos trabalhos e principalmente na hora da venda, criou-se a crypto art.

Mas, o que isso significa? Com a crypto art ou NFT art, toda produção artística e digital pode ter sua validade e origem verificadas. Esta adequação acontece por meio de uma chave única atrelada ao html do produto final. 

O NFT equivale a um selo criptografado que representa uma identificação única, que pode ser usada como prova de direito autoral mesmo em ambientes virtuais. Além das músicas, é possível inseri-lo em jogos, ilustrações, "memes", GIFs e diversos tipos de manifestações artísticas digitais. 

O mais interessante é que alguns artistas já estão utilizando a crypto art, o designer Mike Winkelmann – mais conhecido como Beeple. O profissional vendeu uma coleção de NFT de arte digital por 69,3 milhões de dólares na casa de leilões Christie’s, quebrando recordes mundial da arte digital. 

No mundo da música, o NFT também já está sendo usado pelo DJ Steve Aoki que, até o momento, já lançou três coleções através do site Nifty Gateway. Além do profissional, a cantora Grimes também entrou na moda e, até o momento, ela já arrecadou 5,2 milhões de dólares ao usar a tecnologia.

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