Paul McCartney tem uma relação próxima com o Brasil. Além de amar a música local, o eterno Beatle passou pelo país em diversas ocasiões desde a estreia nos palcos nacionais em 1990. Considerando só os últimos anos, o músico tocou por aqui em 2017, 2019, 2023, 2024.
Luiz Guilherme Niemeyer, empresário e sócio-diretor da Bonus Track, é quem costuma trazer o ícone para cá. Conversando com o jornal O Globo, o profissional mencionou a demanda de Macca, cujo empresário, em suas palavras, “sempre está em contato”:
“Toda vez que a gente traz o Paul, quando abre uma venda, ela esgota em uma hora, em 50 minutos. É um beatle vivo, você nunca sabe qual a oportunidade de vê-lo novamente. Para mim, ele é o maior artista vivo hoje em atuação. A gente está sempre em contato com o empresário dele, que também empresaria outros artistas com os quais a gente trabalha. Então, quando tem algum movimento do Paul, a gente logo fica sabendo.”
O próprio veículo destacou que “sempre a possibilidade de Paul McCartney voltar”. A última passagem de McCartney por aqui aconteceu com a turnê “Got Back”.
A conexão de Paul McCartney e o Brasil
Em 2023, Paul McCartney encontrou com um grande fã e ícone do país: Milton Nascimento. Os dois músicos tiveram a oportunidade de conversar, trocar presentes e posar para fotos nos bastidores de apresentação realizada na Arena MRV, em Belo Horizonte, Minas Gerais, em dezembro último.
Porém, a ligação de Macca com a música do país vai muito além. Conversando com o Fantástico em 2013, o eterno Beatle revelou ser um fã dos ritmos nacionais. Como compartilhado pelo g1, ele disse na ocasião:
“Eu amo música brasileira. Adoro os ritmos. Não entendo as letras, mas gosto de muitos artistas brasileiros. Não conheço muito, mas acredito que o mundo goste de música brasileira.”
Aliás, ele tem uma música especial sobre as terras tupiniquins no disco “Egypt Station” (2018). Intitulada “Back in Brazil”, a faixa surgiu durante turnê por aqui em 2017, como relatou em vídeo no YouTube:
“Então eu estava no Brasil em turnê, num daqueles dias livres agradáveis onde não havia nada planejado e eu tinha um piano no quarto do hotel. Então, a partir de um riff, tive essa ideia. É apenas uma história imaginária de dois jovens brasileiros e é meio dançante, então eu queria colocar ritmos brasileiros e pegar essa energia.”


