Guilherme Arantes

Garoto prodígio, tocou cavaquinho e bandolim aos 4 anos e piano aos 6. Em função de sua rebeldia musical tornou-se praticamente um autodidata. Se transformou em músico profissional aos 15 anos e músico de baile aos 17. Aos 19, foi tecladista do irreverente Jorge Mautner. Aos 21, por influência do que acontecia na Europa pós-Beatles, tornou-se progressivo, no já cultuado “Moto Perpétuo”, sendo tecladista e vocalista da banda, esta que durou apenas um ano (1974-1975). Na época em que a banda se separou, uma das composições do cantor estourou na mídia e foi utilizada na trilha sonora da novela da rede Globo “Anjo Mau”. Depois do sucesso da música, foram mais 25 temas para novelas da Rede Globo, várias canções incluídas em especiais infantis, entre elas a famosa “Lindo balão azul” e muitas gravações por parte de grandes nomes da MPB, incluindo o rei Roberto Carlos, Elis Regina, Caetano Veloso, Maria Bethânia entre outros. Foram 34 coletâneas e mais de 25 discos de carreira, incluindo Clássicos (1994), em que propunha novas versões para os clássicos da música internacional do período 1968-1972. O cantor é o único músico brasileiro que possuí o "certificado Steinway", da famosa fábrica americana de pianos, uma espécie de ISO 9002 dos pianistas mundiais. No ano de 2000, gravou um disco com características New Age intitulado “New Classical Piano Solos”, em que demonstra todo seu requinte pianístico, e que tem nos vocais a filha mais velha Marietta. Em 2001, gravou seu acústico, pela Sony Music, no Teatro Mars – no velho Bixiga – em São Paulo, que lhe rendeu também um DVD ao vivo, naquele mesmo ano. Após quatro anos sem disco de inéditas, retornou à gravadora Som Livre, em 2003, com o álbum "Aprendiz", que trazia a música "Casulo", tema da novela "Agora é que são elas" (TV Globo) e nesse período também passou a realizar, esporadicamente, shows com Leila Pinheiro e outro com Flávio Venturini. Em 2007, lançou dois produtos de uma só vez: o CD/DVD “Intimidade”, com os maiores sucessos reunidos em versões acústicas e o CD de músicas inéditas “Lótus”, com destaque para a retomada de parcerias com Nelson Motta, em "Vaivém (Amor de Carnaval) e "Verão de 59", além de "Disque Sim", música composta com Max Vianna, filho de Djavan. Nesse disco, a maior surpresa é o rap "Tributo" (cena de Cinema), uma valorização aos ídolos da Raça Negra. Guilherme produziu em 2010 o CD do cantor e compositor Sérgio Passos, para o selo Coaxo do Sapo, lançado recentemente. Em trinta e quatro anos de carreira, Arantes transitou do rock ao pop, do pop à MPB, da MPB a New Age e da New Age de volta a MPB. DISCOGRAFIA ANOS 70 Moto Perpétuo (1974), Guilherme Arantes (1976), Ronda Noturna (1977), A Cara e a Coragem (1978), Guilherme Arantes (1979) e Estatísticas (1979). ANOS 80 Coração Paulista (1980), Deixa Chover (1981), Planeta Água (1981), Guilherme Arantes (1982), Pedacinhos/ Tão Blue (1983), Ligação (1983), Fio da Navalha (1984), Xixi nas Estrelas (1984), Despertar (1985), Calor (1986), Guilherme Arantes (1987) e Romances Modernos (1989). ANOS 90 Pão (1990), Meu Mundo e Tudo Mais (ao vivo) (1990), Crescente (1992), Castelos (1993), Clássicos (1994), Outras Cores (1996), Maioridade (acústico) (1997) e Guilherme Arantes (1999). ANOS 00 Guilherme Arantes Ao Vivo (2000), New Classical Piano Solos (2000), Guilherme Arantes ao Vivo (2001), Aprendiz (2003), Lótus (2007), Intimidade (2007) e Coletânea One – 16 Hits (2009). Saiba mais sobre Guilherme Arantes acessando o site oficial do cantor

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