Per Gessle, do Roxette, quer voltar ao Brasil

Eterno guitarrista e vocalista da banda relembrou primeira vinda ao país durante recente entrevista e ainda elogiou a música nacional

Ao longo de seus mais de 30 anos de trajetória, o Roxette veio algumas vezes ao Brasil: 1992, 1995, 1999 (fazendo divulgação em programas de rádio e TV), 2011 e, pela última vez, em 2012. Pouco tempo depois, em 2019, a cantora Marie Fredriksson nos deixou, vítima de um câncer, e o duo sueco encerrou as atividades. Desde então, o eterno guitarrista e vocalista Per Gessle nunca mais voltou ao país, mas pretende mudar isso em breve.

O músico, até hoje, segue uma carreira solo. Mais recentemente, lançou o álbum de inéditas “Pop-Up Dynamo” (2022) – com onze faixas, sob o nome PG Roxette. Também continua performando ao vivo, realizando nos últimos tempos diversos shows na Suécia. Sendo assim, a vontade de tocar no Brasil novamente é muito grande!

Durante entrevista ao Estadão, ele mencionou o assunto, declarando: “Estou tentando uma forma de voltar aí… espero que aconteça.”

Em resumo, o músico relembrou a primeira passagem do Roxette por território nacional, lá em 1992: “A primeira vez que estivemos aí foi em 1992, na Joyride Tour. Passamos por São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. A turnê da América do Sul foi enorme. Tocamos em grandes estádios. Em São Paulo, foram 60 mil pessoas. Era tanta gente… eu queria que tivéssemos celulares naquela época, porque era tão complicado filmar.”

Per Gessle e a música brasileira

Inclusive, o sueco rasgou elogios para a música brasileira durante o bate-papo. Em relação aos artistas oriundos daqui, ultimamente, ele tem ouvido a dupla Anavitória.

“Dei uma pesquisada e as encontrei. Eu adorei, ouvi várias músicas. Minhas favoritas da cena atual daí.”

Aliás, Per confessou adorar a voz de Astrud Gilberto e, completando, disse que já ouviu muito ritmos como a bossa nova e a MPB, incluindo Gilberto Gil.

“Foi uma época em que a música brasileira atravessou fronteiras. Essas canções fizeram parte do que eu ouvia no início da adolescência.”

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