Sequência de Classe: A História de ‘Private Dancer’

Em 1979, Tina Turner lançou Love Explosion, álbum produzido na carona na disco music, que dominava praticamente todo o cenário pop. O disco não fez muito sucesso, mas preparou o terreno para um retorno triunfal da estrela pop em outubro de 1984 com Private Dancer, álbum que leva o nome de um dos singles que mais tocam na programação da Alpha FM.

Dire Straits encontram Tina

Durante a produção do LP, o empresário de Tina, Roger Davies (que também representava nomes como Olivia Newton-John e Sade) entrou em contato com Mark Knopfler, em busca de músicas para seu próximo projeto. A resposta veio com Private Dancer – canção destinada ao LP do Dire Straits, Lover Over Gold (1982) – mas descartada após Knopfler achar que a letra tinha um teor mais feminino.

Tina Turner fala sobre a música

Tina Turner relembra: “Mark me disse: – essa música não é para um homem. Quando ouvi a demo, respondi: – Você tem razão – não é para um cara cantar. Gostei muito dela, mas na hora não conseguia apontar se era sobre uma prostituta ou uma dançarina profissional. De qualquer forma, aceitei grava-la”.

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Com a aprovação de Tina, Private Dancer foi gravada com a participação de todos os músicos do Dire Straits, menos Mark Knopfler: John Illsley (baixo), Alan Clark (piano e órgão), Guy Fletcher (sintetizador), Hal Lindes (guitarra) e Terry Williams (bateria).

Sucesso comercial

Junto a What’s Love Got to Do With it, o single Private Dancer foi o carro-chefe da turnê mundial de Tina Turner, com 177 apresentações entre fevereiro e novembro de 1985 – incluindo sua participação no Live Aid. A música, em sua versão editada de 3 minutos e 54 segundos (a do álbum tem mais de 7 minutos) atingiu o Top 10 em mais de 10 países, inclusive no Brasil.

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