The Town em 2025: festival deve ter mais dias e menos ingressos disponíveis

Evento "irmão" do Rock in Rio fez sua estreia em setembro do ano passado, no Autódromo de Interlagos, na capital paulista

O The Town fez sua estreia como um dos principais festivais nacionais em setembro do ano passado. “Irmão” do Rock in Rio, o evento contou com uma programação de cinco dias no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, trazendo nomes internacionais de peso como Bruno Mars, Foo Fighters e Maroon 5 entre as atrações.

À época, todas as datas acabaram esgotadas, levando 500 mil pessoas ao espaço. Assim, não demorou para que a organização confirmasse uma edição para 2025. Agora, Luis Justo, CEO da World Rock, confirmou em coletiva de imprensa que o The Town passará por mudanças para o ano que vem.

Conforme repercutido pela revista Exame, a ideia é que o festival conte com mais dias de line-up e menos ingressos disponíveis:

“Pensamos em aumentar o número de dias, como foi com o Rock In Rio para esse ano, com sete dias. Nada confirmado quanto a isso, no ano que vem teremos somente cinco dias, mas é uma alternativa. Não consigo falar para quanto será essa redução, mas será para menos de 100 mil pessoas já na próxima edição”.

Também é bem provável que os artistas selecionados são se repitam:

“Não é uma sentença que todos os anos vamos repetir o artista. É uma análise de curadoria, de disponibilidade do artista também. A depender da necessidade, pode acontecer, sim. Mas não é algo mandatório para nós, é uma questão de avaliar a experiência”.

Outras alterações no The Town

A ideia de expandir a programação do The Town já havia sido mencionada pelo idealizar Roberto Medina. Conversando com a Veja em maio deste ano, ele explicou:

“Meu sonho é fazer um The Town com sete dias, como é o Rock in Rio. Talvez no próximo ano, já façamos seis dias. Isso não depende só de uma decisão minha, é preciso analisar, mas eu acho que no próximo vai faltar espaço para a gente receber os visitantes.”

Já sua filha Roberta Medina, também envolvida com o evento, contou para o G1 que, no ano que vem, o festival passará por outras alterações, incluindo a disposição dos palcos. À pedido do público, os telões devem aumentar, como os portões devem abrir mais cedo.

“A gente entendeu agora como é que as pessoas circulam. A gente, com certeza, vai pensar em posicionamento de palco de forma diferente. Tem o compromisso da prefeitura de continuar investindo no espaço para dar mais conforto do público. Tem muitos aprendizados.”

 

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