Adrian Smith comenta detalhes de novo documentário do Iron Maiden

Longa estreia em maio nos cinemas do mundo todo.

Em breve, os cinemas do mundo todo vão exibit “Burning Ambition“, novo documentário sobre o Iron Maiden, que estreia em 7 de maio.

O guitarrista Adrian Smith aprovou o material, descrevendo o longa como “um mergulho bem profundo” sobre a trajetória do grupo. “É ótimo para os fãs terem isso”, ele complementou, em entrevista à Billboard.

Além de entrevistas exclusivas com os membros da banda, o filme contará com um “acesso sem precedentes aos arquivos oficiais e recordções íntimas” do Maiden. Isso, de acordo com Smith, é um dos pontos altos de “Burning Ambition”:

“Para mim, pessoalmente, é bom ver as imagens antigas. É como uma outra vida, 40 anos atrás, ou algo assim. Há algumas coisas ali que são discutidas com mais profundidade do que nunca. É uma obra interessante, eu acho.”

O diretor Malcolm Venville também revelou alguns pontos sobre o processo de criação do documentário, ressaltando o cuidado em passar um “ponto de vista claro”.

“A princípio, quis evitar o documentário narrado de forma convencional”, ele explica. “A história do Iron Maiden parecia ter que ser contada através dos fãs. O que me impressionou foi como é difícil definir os fãs do Maiden. Eles atravessam países, origens e gerações, mas se comportam como uma única comunidade. Isso se tornou a base do filme. Os próprios fãs se tornaram a história. Eles não apenas comparecem aos shows. Eles organizam suas vidas em torno das turnês, formando grupos sociais que abrangem continentes. Começou a parecer menos como documentar um público e mais como observar uma cultura.”

Nomes como Lars Ulrich, baterista do Metallica, e Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, também vão ajudar a complementar o longa-metragem com novos depoimentos.

O que os fãs podem esperar

Iron Maiden: Burning Ambition” promete passear pelos mais de 50 anos de carreira do grupo, com imagens da última apresentação do baterista Nicko McBrain, em dezembro de 2024 no Allianz Parque, em São Paulo.

Momentos marcantes como a saída temporária de Bruce Dickinson e Adrian Smith, entre 1990 e 1999, também serão mencionados:

“Bruce fala sobre isso (no filme) e sobre como se sentiu, e foi muito bom ver que ele se importava um pouco e que, de certa forma, senti sua falta. Acho que precisava acontecer naquele momento. Era a coisa certa a fazer. Eu não estava feliz. Não saí pulando, batendo o pé e batendo a porta; simplesmente aconteceu ao longo do tempo. Foi difícil.”

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