A peça Medea, do filósofo romano Lúcio Aneu Sêneca (ca. 4 a.C — 65 d.C.), ganhou quatro sessões extras, de 12 a 15 de março, no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Esta é uma oportunidade imperdível, já que raramente os espetáculos no Sesc têm a temporada prorrogada, mesmo quando as datas se esgotam de forma rápida.
Sêneca se baseou na tragédia escrita pelo poeta grego Eurípides (ca. 480 a.C. — 406 a.C.). Fúria, ira e vingança permeiam o mito da mãe que mata os próprios filhos depois de ser traída pelo marido. O diretor do espetáculo é Gabriel Villela, ganhador de 12 prêmios Shell de Teatro, entre outras premiações.
Os ingressos para as novas datas começam a ser vendidos a partir das 17h do dia 3 de março (terça-feira), através do site. No mesmo horário, no dia 4 (quarta), a venda também será feita nas bilheterias das unidades físicas dos Sescs.
Sinopse fornecida pelo Sesc
Jasão, vivendo com Medeia há alguns anos em terras gregas, decide desposar a filha do rei da cidade onde habitavam. Com filhos ainda pequenos, anuncia à mulher o intento de se casar com a filha de Creonte, rei de Corinto. Medeia reage com o que considera a pior das vinganças.
Filha de Eetes, rei da Cólquida, apaixona-se pelo grego Jasão, quando este chega ao seu país com uma missão difícil: recuperar o velocino de ouro. O êxito de tal missão só acontece devido ao auxílio de Medeia. Medeia usa as artes de magia para fazer o amado ser bem-sucedido nas provas impostas ao enfrentar os touros que expelem fogo e a serpente guardiã da árvore em que está dependurado o tosão dourado.
A tragédia começa tempo depois quando Jasão, vivendo com Medeia há alguns anos em terras gregas, decide desposar a filha do rei da cidade onde habitavam. Com filhos ainda pequenos, anuncia à mulher o seu intento de se casar com a filha de Creonte, rei de Corinto. Medeia reage com o que considera a pior das vinganças: mata primeiro Creúsa e o rei, seu pai, e, a seguir, mata os filhos que tivera com Jasão.


