Brian May afirmou que há um motivo de impede o Queen de se apresentar no festival Glastonbury, realizado no Reino Unido e tido como um dos maiores eventos de música do mundo.
“Eu não me apresentaria no Glastonbury no ano que vem por causa da política das pessoas que o organizam. A menos que isso mude, eu não me apresentarei.”, disse o guitarrista em entrevista ao Daily Mail.
A “política” a qual o músico se refere é nada menos que a prática de abate de texugos. “Eles gostam de matar texugos e acham que é por esporte“, afirmou, antes de acrescentar: “E isso é algo que não posso apoiar, porque estamos tentando salvar esses texugos há anos, e eles continuam sendo mortos, e é por isso que estamos perdendo oportunidades.”
May é um ativista da causa animal, sendo cofundador da organização “Save Me“, que protege animals selvagens e promove campanhas contra a caça.
Brian May diz que Queen está no estúdio e instiga possibilidade de novo álbum
Após 30 anos, o Queen pode lançar um novo álbum inédito. A declaração veio pelo guitarrista Brian May.
Em entrevista à Rolling Stone, o músico revelou que a banda se reuniu com Adam Lambert, que atualmente assume os vocais do grupo. Ele se juntou ao conjunto em 2011 e tocou com os demais integrantes na turnê “Rhapsody Tour”, finalizada em 2024.
“Muitas pessoas não sabem, mas Adam e nós estamos no estúdio tentando coisas“, iniciou May, antes de completar: “Nada realmente se materializou até agora. Algumas coisas são para acontecer e outras não.”
Por sua vez, o baterista Roger Taylor também acredita que a trajetória do Queen ainda não acabou. “Acho que ainda não terminamos. E acho que não vamos fazer, sabe, uma turnê de despedida ou algo assim. Porque nunca termina, né?“, instigou ele.
O último álbum original do Queen chegou ao mundo em 1995, com “Made in Heaven“. Contudo, esta não é a primeira vez que um material inédito vindo da banda é citado pelos membros. Em março deste ano, May disse que novas músicas “podem acontecer”:
“Tanto Roger quanto eu estamos constantemente escrevendo, tendo ideias e trabalhando em nossos estúdios”, disse. “Eu poderia ter o começo de uma música do Queen bem aqui na minha frente agora. A questão é se a ideia amadurece ou não. É se essa semente pode crescer.”


