Iniciando 2026 em grande estilo, Robyn estreou músicas inéditas em um show especial de Ano Novo em Nova York. A expectativa é de que a cantora lence um novo álbum em breve.
Ao todo, foram duas canções até então desconhecidas apresentadas por ela no Brooklyn Paramount: “Talk To Me” e “Sexistential”. Enquanto a primeira conta com batidas animadas de disco-pop, a segunda é mais sombria, com beats pesados e um tom melancólico.
Além disso, Robyn também incluiu “Dopamine” na setlist. Disponibilizada em novembro do ano passado, a canção marcou seu retorno à indústria musical em sete anos.
Ainda não há mais informações sobre o sucessor de “Honey” (2018), até então último álbum lançado por ela. Em setembro último, o colaborador de longa data Klas Åhlund confirmou ter “acabado de finalizar um novo disco de Robyn que será lançado em breve“. A declaração veio em entrevista ao podcast Nordmark Pod (via NME).
Também, segue um mistério quando a artista planeja lançar oficialmente “Talk To Me” e “Sexistential” nas plataformas de streaming. Enquanto isso, confira abaixo trechos de ambas as canções através de registros de fãs:
@kevinkarrera @Robyn premiered her new song, “Sexistential” last night for NYE at Brooklyn Paramount. Starting the year off with yet another icon! #robyn #concerts #nye #brooklynparamount #popstar ♬ original sound – kevinkarrera
Sobre “Dopamine”, de Robyn
Em comunicado oficial, Robyn deu mais detalhes sobre “Dopamine”, dizendo:
“Todo mundo tem um telefone onde vê sua frequência cardíaca, e estamos aprendendo a decodificar nossas emoções através dos hormônios e substâncias químicas em nossos corpos”, disse ela em um comunicado. “É quase como se não aceitássemos mais que somos humanos, como se estivéssemos tentando nos projetar para fora disso e explicar cada coisa — o que eu acho ótimo, mas é também por isso que o mundo é uma droga, essa ideia de que você pode desvendar e vencer a vida ou algo assim”.
Ela continuou: “A duplicidade de ‘Dopamine’ é ter uma emoção super real, super forte, intensa, agradável ou dolorosa, e ao mesmo tempo saber que isso é apenas um processo biológico no meu corpo — e então não escolher a religião ou a ciência. Apenas aceitar que elas estão lá juntas e ser capaz de transitar entre elas”.


