Tyler, the Creator garimpa loja de vinil em São Paulo e compra discos de MPB

Cantor se apresentou no Lolla BR 2026.

Tyler, the Creator mostrou que conhece a música brasileira durante seu show no festival Lollapalooza Brasil 2026. Em certo momento da apresentação, o rapper americano elogiou obras de grandes nomes da MPB.

“Muitas coisas do mundo da música vem deste país (Brasil). Gal Costa, João Gilberto, Marcos Valle e todo o resto. Eu amo tanto isso. A cultura do Brasil é tão bonita.”, ele declarou à plateia.

Ao que parece, o músico também aproveitou a viagem para expandir seu repertório. Segundo a criadora de conteúdo sobre música Giovanna Venancio, Tyler visitou a Nova Barão, no centro da capital paulista, que reúne diversas lojas de vinis, e passou na Discomania Records para fazer compras.

Em entrevista com Douglas Giammusso, dono do estabelecimento, ele confirmou a informação. “Estava aqui fazendo um pacote e aí ele entrou”, relembrou Douglas.

“Ele veio nessa bancada, aonde estão os MPBs, e demonstrou um certo deslumbre. Falou do disco da Evinha, da Claúdia e de um da Joyce. Ele falou, ‘nossa, que legal, puxa, era essa que eu tava querendo’. Pegou o ‘Feminina’, da Joyce, um álbum de 88 da Nana e quase pegou o da Evinha.”

Venancio também montou uma lista completa de todos os produtos que Tyler, the Creator levou no garimpo. São eles:

VINIL
Marcelo – Alimento e Paixão
Coletanea – A Ipanema a Alfana
Nana Caymmi – Nana Caymmi (1988)
Joyce Moreno – Feminina
Maria Bethânia – Ciclo

CD
Jorge Ben Jor – Bem-Vinda Amizade
Djavan – Seduzir
Gal Costa & Caetano Veloso – Domingo
Caetano Veloso – Qualquer Coisa

 

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Tyler, the Creator encerra Lollapalooza Brasil 2026

O terceiro e último dia da 13ª edição do Lollapalooza Brasil 2026 deu vida e movimento ao Autódromo de Interlagos neste domingo (22). Na reta final da noite, o rapper Tyler, the Creator se revelou, além de a última, a mais aguardada atração do Palco Budweiser. A apresentação fez parte da “Chromakopia: The World Tour“, turnê de seu oitavo álbum de estúdio, lançado em 2024.

O público variou entre aqueles que se seguravam à grade desde a abertura dos portões do autódromo e os remanescentes do frenético show de Lorde, que fechava o Palco Samsung Galaxy cinco minutos antes do horário previsto para o início de sua apresentação. A transição entre os dois palcos, inclusive, gerou grandes filas de pessoas que quiseram fazer o festival valer a pena, mesmo parte do fluxo indo para a apresentação do grupo Katseye, que apesar de mais curta, aconteceu no mesmo horário.

De volta ao Brasil 15 anos após se apresentar no finado SWU Music & Arts Festival, quando ainda liderava o grupo OFWGKTA, o americano do sul da Califórnia surgiu entre luzes e faíscas com “Big Poe“. A canção de seu álbum mais recente, “Don’t Tap The Glass” (2025), foi emendada com a sequência de “St. Chroma“, “Rah Tah Tah” e “Noid“, faixas que integram o “Chromakopia”.

Leia a cobertura completa clicando aqui.

 

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