Olivia Rodrigo revela sonoridade de novo disco e surpreende

"You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love" chega no dia 12 de junho

Olivia Rodrigo é fã de muitas bandas e artistas ligados ao rock: The Cure, Rage Against the Machine, Babes in Toyland e Bruce Springsteen são alguns dos ídolos da jovem cantora. Apesar de ter explorado elementos voltados ao gênero nos primeiros discos “Sour” (2021) e “Guts” (2023), a diva, agora, quer seguir outros caminhos.

O assunto surgiu durante conversa no podcast Popcast para divulgar o vindouro projeto “You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love”, que sairá no dia 12 de junho e que já teve os singles “Drop Dead” e “The Cure” liberados. Ao mencionar a canção até agora inédita “Maggots for Brains”, a cantora explicou a respeito da sonoridade do álbum:

“Essa é uma das minhas músicas favoritas do álbum. Eu realmente amo essa faixa. Acho que, quando a fizemos, sonoramente falando, eu pensei: ‘Ah, sim, isso parece certo. Isso representa exatamente o momento em que estou agora’.”

Assim, Olivia quis manter certa distância dos elementos geralmente atrelados ao rock. Ela revelou o motivo:

“Eu gosto de rock e tenho uma admiração enorme pelo rock, é basicamente o que eu realmente escuto. Mas acho que, quando comecei esse projeto, senti que aquilo não me empolgava tanto, ou algo assim… o rock no sentido mais tradicional, com power chords, distorção e tudo mais. Isso não está presente neste álbum.”

A ideia, ainda assim, era soar mais “alternativa”. Tal aspecto é evidenciado na canção mencionada, que, nas palavras da própria cantora, é o exato oposto de clássicos como “I Love Rock ’n’ Roll”, da Joan Jett:

“Uma música como essa soa alternativa para mim, sem precisar ser algo como ‘I Love Rock ’n’ Roll’, da Joan Jett — que é uma das minhas músicas favoritas. Amo essa canção. Só que, nesse caso, foi de uma forma mais sutil. E isso me pareceu mais interessante do que escrever algo super explosivo, um grande hit cheio de energia. Quer dizer, eu amo esse tipo de música também. Talvez eu faça algo assim no futuro. Mas acho que fazer essa faixa me ajudou a entender melhor qual seria o som que eu queria para este álbum, ou o que o diferenciaria dos outros discos.”

Assista ao bate-papo completo abaixo:

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