Aerosmith homenageia produtor Jack Douglas, que nos deixou na última segunda-feira (11)

Profissional de estúdio é creditado em clássicos como "Toys In The Attic" (1975) e "Rocks" (1976)

Créditos: Divulgação

Jack Douglas, produtor e engenheiro de som, morreu aos 80 anos na última segunda-feira (11), em decorrência de complicações causadas por um linfoma.

O profissional de estúdio ficou responsável pela produção e engenharia de inúmeros álbuns do Aerosmith, como os clássicos “Toys In The Attic” (1975) e “Rocks” (1976). Também colaborou com John Lennon, Patti Smith, Cheap Trick e mais.

Na última quarta-feira (13), a banda prestou um tributo ao produtor. Nas redes sociais, escreveram:

“Lamentamos a perda de Jack Douglas, o lendário produtor cujo talento e paixão moldaram nosso som e mudaram nossas vidas. Jack foi um artista e colaborador brilhante, que nos inspirou de maneiras profundas e deixou uma marca inesquecível em toda a indústria da música. Celebramos sua vida e sua carreira épica, e nos sentimos extremamente privilegiados por tê-lo conhecido e por termos nos beneficiado de sua habilidade extraordinária e amizade. Estamos de coração partido por sua família, mas encontramos conforto em saber o quanto ele amava sua vida e seu trabalho. Temos muito orgulho e gratidão por fazer parte de seu legado.”

Veja abaixo:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Aerosmith (@aerosmith)

“A gente vai levando um dia de cada vez”, diz Joe Perry sobre futuro do Aerosmith

No início de agosto de 2024, o Aerosmith anunciou sua aposentadoria dos palcos. Como citado acima, o grupo ainda tinha uma turnê de despedida engatilhada, mas que precisou ser cancelada após problemas persistentes na voz do vocalista Steven Tyler, de 76 anos. Inicialmente, os shows foram adiados e posteriormente cancelados.

Joe Perry mencionou em entrevista à Billboard concedida em abril quais são os planos futuros da banda. O guitarrista disse:

“A gente nunca sabe. Foi só nos últimos seis meses que o Steven começou a se sentir mais confortável cantando; ele literalmente precisou de um ano de folga antes de poder começar a alongar as cordas vocais, e a gente sempre fica preocupado em machucá-las de novo. Aprendi há muito tempo que tudo o que fazemos é frágil… então a gente vai levando um dia de cada vez. A gente espera pelo melhor. É preciso ter confiança e manter essa visão positiva em mente. Você não consegue fazer nada se não visualizar.”

Novos conteúdos

spot_img

RELACIONADOS

Relacionados