Taylor Swift e Jack Antonoff rebatem boatos sobre briga

Parceiros desde 2014, fãs especularam desentendimentos após Antonoff não se envolver no mais recente disco de Swift

Taylor Swift e Jack Antonoff são uma das duplas mais emblemáticas da indústria musical do século XXI. Os astros trabalham juntos desde 2014, quando o produtor assinou o disco “1989”. Nos anos seguintes, a colaboração continuou redendo frutos e Antonoff foi creditado em outros seis álbuns de Taylor: “reputation” (2017), “Lover” (2019), “folklore” (2020), “evermore” (2020), “Midnights” (2022) e “The Tortured Poets Department” (2024).

A parceria não repetiu-se no recém-lançado “The Life of a Showgirl”, que chegou ao mundo em outubro de 2025. Pela primeira vez em mais de uma década, Swift seguiu com dois produtores diferentes: Max Martin e Shellback, os quais ela colaborou no “Red” (2012).

O afastamento rendeu especulações de uma suposta briga por parte dos fãs. A dupla, porém, rebateu os boatos recentemente em ocasiões diferentes.

Em entrevista ao programa de Howard Stern, para a SiriusXM, Jack explicou porque não esteve presente no 12º disco da Taylor.

“Parece, parece meio brega”, começou. “Eu só me sinto grato pelo trabalho que aconteceu. E talvez seja porque eu escrevo minhas próprias músicas e as canto, eu entendo essa necessidade de ter diferentes colaboradores e de mudar de ares. Tipo, eu acho que não é normal ter os mesmos colaboradores repetidamente. E quando isso acontece com as pessoas, eu acho que é um milagre estranho.”

Já a dona de “The Fate of Ophelia” foi incisiva e ressaltou que Jack é um de seus melhores amigos em conversa com a The New York Times. Declarada uma das 30 melhores compositoras da atualidade pela revista estadunidense, a popstar ainda explicou como nascem as características pontes das músicas feitas por ela e Antonoff.

“É basicamente um fluxo de consciência, um derramamento interminável de emoção, pensamentos intrusivos, como misturado com metáforas, com discussão, com gritos”, contou. Você quer que essa ‘rant bridge’ [como ela chama a ponte] sinta a intensidade máxima do que aquele sentimento que você está tentando estabelecer ao longo da música, e quer que seja uma espécie de crescendo. Normalmente, gostamos tanto dessas que acabamos trazendo de volta. Então vamos, você sabe, verso, refrão, verso, refrão, ‘rant bridge’. Último refrão, trazemos a ‘rant bridge’ de volta, talvez com os acordes do refrão por baixo.”

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