Saiba detalhes de bastidores sobre a mais recente entrevista de Taylor Swift

Recentemente, cantora participou de bate-papo com o The New York Times a respeito de suas composições

Taylor Swift não costuma conceder entrevistas com frequência. Porém, a cantora abriu uma exceção para o The New York Times no fim de abril em sua edição sobre os 30 maiores compositores dos Estados Unidos em atividade.

Ao podcast do veículo, chamado Popcast, o entrevistador Joe Coscarelli revelou detalhes dos bastidores do bate-papo, cujos destaques estão disponíveis aqui. Apesar de não aparecer no vídeo do produto final, o jornalista conduziu toda a conversa, abordando tópicos pré-pautados com a artista, como explicou:

“O curioso sobre o produto final — essa entrevista estendida de 30 minutos com Taylor Swift — é que ele não inclui a minha presença em nenhum momento, certo? Eu estava lá fazendo perguntas a ela. Nós trocávamos ideias o tempo todo. Eu conduzia a conversa, preparando o terreno para os temas, ideias ou músicas que queria abordar com ela. Mas o mais interessante foi o quanto ela estava preparada.”

Segundo Joe, Swift parecia muito preparada, até mesmo antecipando as perguntas:

“Ela não apenas estudou o próprio trabalho — e provavelmente também o que as pessoas pensam sobre ele e o que os fãs querem saber sobre seu processo de composição — como também revisitou todo o seu catálogo de forma ampla e estruturada. Por isso, muitas vezes ela antecipava as minhas perguntas.”

Exemplificando, o jornalista revelou que a estrela já imaginava que as pontes seriam mencionadas, além de certas músicas em específico:

“Acho que ela já sabia que iríamos falar sobre as pontes. Ela se animou. Sabia que eu queria falar sobre a mudança de perspectiva no terceiro refrão, aquela espécie de reviravolta narrativa que ela cria. Isso, claro, vem em parte da formação dela na música country e do ambiente de Nashville, na Music Row — todos aqueles pequenos detalhes que eu havia identificado como pilares dessa conversa. Ela tinha exemplos e conseguia dizer: ‘fiz isso em tal música, e também em tal outra’. E eu respondia: ‘ou então isso aqui, como você fez ali e ali’. Então foi uma troca muito simbiótica nesse sentido. O que eu dizia podia empolgá-la e despertar algo na memória dela — e o contrário também acontecia comigo.”

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