O Kiss experimentou a nova tendência de shows por avatares virturais em 2023, no show de encerramento da turnê “End of the Road”. A excursão também marcou a despedida da banda nos grandes palcos.
Contudo, o grupo parece ter gostado da dinâmica e o plano é realizar uma outra apresentação no mesmo molde em 2028, em Las Vegas. O concerto, chamado “Kiss, Kiss Forever“, ainda não conta com mais detalhes, incluindo itinerário, mas o projeto já está sendo desenvolvido pelos membros fundadores, Gene Simmons e Paul Stanley, ao lado da empresa Pophouse.
Eles adiantam que o novo show será ainda melhor que o de 2023, descrevendo a primeira apresentação como “um protótipo inicial”. Agora, o conjunto deve explorar mais da tecnologia e os avanços que aconteceram desde então, incluindo efeitos pirotécnicos e telas de LED como outros atrativos digitais ao público.
“O show vai ser espetacular, mas só será tão bom quanto aquilo que você coloca nele, porque os personagens estão lá e interagem com você”, antecipou Stanley (via Rolling Stone). “É muito diferente de tudo o que já foi visto. Seremos seus guias de viagem pelos mundos do Kiss, em vez de ficarmos limitados ao palco.”
A Pophouse também é a empresa responsável pelo “ABBA Vorage“, que apresentou os membros da banda sueca ABBA como avatares. Tanto Gene quanto Paul acompanharam o projeto e elogiaram as semelhanças com os integrantes reais, declarando ainda que isso “despertou a esperança para o futuro”.
E a Sphere?
Paul Stanley também comentou sobre a possibilidade de uma residência na Sphere, icônica arena circular em Las Vegas que também impressiona pela tecnologia embutida.
“As pessoas diziam: ‘Por que vocês não tocam na Sphere?’. E a verdade é que a Sphere, pelo menos para mim, minimiza uma banda, a transforma em uma miniatura.”, ele iniciou.
“Você não vai lá para ver uma banda, você vai lá para ver telas. Queríamos incorporar a tecnologia mais avançada, mas queríamos ser o centro de tudo. É uma experiência muito diferente de ir ver um selo postal com uma banda estampada enquanto você assiste a telas. É a antítese disso. É o oposto completo.”


