Por que “Devoradores de Estrelas” pode ser um dos grandes filmes de ficção científica do ano

Na última quinta-feira (19), estreou em cinemas de todo o Brasil “Devoradores de Estrelas”, a nova odisseia interespacial dos cineastas Phil Lord e Chris Miller. À frente da produção está Ryan Gosling, que comanda um elenco também composto por Sandra Hüller, Lionel Boyce e outros.

No filme, o professor de ciências Ryland Grace, vivido por Gosling, desperta em uma nave espacial, sem recordar quem é ou como chegou ali. À medida que sua memória vai retornando, ele descobre que está em uma complexa missão internacional e governamental para desvendar o mistério de uma substância enigmática que está fazendo o sol desaparecer.

Sob a direção de design de produção de Charles Wood (“Guardiões da Galáxia”, “Vingadores: Ultimato”) e com Stephen Wong (“A Bela e a Fera”, “Doutor Estranho”) liderando a equipe de efeitos visuais, o filme se destaca por uma abordagem inovadora. Ao lado de Diego de Lajonquiere e Thomas Brown, que também contribuíram para “Guardiões da Galáxia” e “Vingadores: Ultimato”, a produção evitou completamente o uso de telas verdes ou azuis, recorrendo exclusivamente a efeitos visuais digitais. No total, foram criados impressionantes 2.018 planos de VFX.

O orçamento do filme, financiado pela Amazon MGM, é de aproximadamente 200 milhões de dólares.

Com sua proposta inovadora e visualmente impressionante, “Devoradores de Estrelas” promete ser uma das experiências cinematográficas de ficção científica mais marcantes do ano, provando que ainda é possível fazer cinema à moda antiga, com efeitos práticos, enquanto honra o avanço tecnológico da indústria dos efeitos visuais.

Assista ao trailer de “Devoradores de Estrelas”

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