Novo documentário sobre o Red Hot Chili Peppers tem narração de Hillel Slovak com IA

“The Rise of the Red Hot Chili Peppers“ estreou recentemente na Netflix

Um documentário inédito a respeito do Red Hot Chili Peppers estreou recentemente na Netflix. Batizado de “The Rise of the Red Hot Chili Peppers“, o filme aborda os primeiros anos de formação da banda, com foco no impacto de Hillel Slovak, guitarrista fundador, que nos deixou em 1988.

Apesar do baixista Flea e do vocalista Anthony Kiedis terem concedido depoimentos para a produção, o longa não é um material oficial. “Não tivemos qualquer envolvimento criativo com o projeto. Ainda não fizemos um documentário oficial do Red Hot Chili Peppers”, disse comunicado.

O cineasta Ben Feldman quem ficou responsável pela direção. E, assim, resolveu fazer uma escolha que gerou repercussão: emular a voz de Slovak com inteligência artificial.

Como destacado pela Rolling Stone, Feldman explicou que obteve a autorização da família  para usar a IA e permitir que “a voz de Hillel lesse seus próprios diários”, acreditando que essa era “uma forma essencial de dar vida às palavras dele”. Uma aviso logo no início do filme indica que o áudio foi reconstruído digitalmente.

Assista ao trailer abaixo:

Red Hot Chili Peppers trabalha em novo material

O retorno do Red Hot Chili Peppers está próximo? Segundo Flea, parece que sim. No último mês de dezembro, em entrevista ao produtor e apresentador Rick Beato, o baixista já havia afirmado que a banda estava escrevendo novas músicas, embora eles não tocassem juntos desde janeiro de 2025.

Agora, o músico revelou que os artistas tem gravado material inédito. “Temos composto juntos e gravado na casa do [guitarrista] John Frusciante, e a música está ótima”, afirmou ele em entrevista à revista Mojo [via Guitar].

Para o baixista, o processo criativo exige tempo até que os integrantes alcancem a sintonia ideal. “No fim das contas, quando começamos a tocar, trata-se de encontrar um groove mágico e fazer isso da melhor forma possível”, explicou.

Flea ainda comparou estar em uma banda a um “casamento com quatro pessoas, com mudanças constantes e desafios a serem superados”. Ele continuou: “o ego é inevitável, e o meu é tão grande e frágil quanto o de qualquer outra pessoa. Mas, aconteça o que acontecer, o grupo sempre será uma parte intrínseca de quem eu sou, e está vivo, é belo, e você nunca sabe que forma ele vai tomar. É exatamente assim que me sinto agora.”

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