Taylor Swift: quando a cantora deve lançar a regravação de seu álbum de estreia?

Após deixar a gravadora Big Machine Records, em 2019, Taylor Swift revelou que regravaria os seus seis primeiros discos para poder ter propriedade de todos os direitos autorais dos projetos. Ao longo dos anos, a artista disponibilizou os relançamentos de “Fearless” (2008), “Speak Now” (2010), “Red” (2012) e “1989” (2014), sob o nome “Taylor’s Version”.

Até que, em maio do ano passado, a cantora publicou uma carta, declarando que conseguiu comprar os masters de todos os trabalhos. Sobre o “reputation” (2017), a estrela afirmou que não chegou a regravar “nem um quarto”. Porém, trouxe um contexto diferente quanto ao álbum de estreia homônimo: “Eu já regravei completamente o meu álbum de estreia, e estou realmente adorando como ele soa agora. Esses dois álbuns ainda podem ter seu momento de ressurgir, quando for a hora certa, se isso for algo que empolgue vocês.”

Logo, os fãs perceberam que, em outubro de 2006, o “Taylor Swift” completa 20 anos de lançamento. Tal gancho seria a oportunidade perfeita para liberar a regravação.

A própria artista vem dando pistas de que o “Taylor Swift (Taylor’s Version)” pode chegar em breve. Isso porque, conversando com o site Entertainment Weekly em 2019, a própria assumiu que coloca easter eggs em clipes, roupas, joias, unhas, fotos e mais.

Em fevereiro, no clipe de “Opalite”, single do mais novo disco “The Life of a Showgirl” (2025), a cantora apareceu com as unhas verdes, cor do disco de estreia. Não só, como usava anéis de borboleta, que aparecem na capa do projeto.

Na última quinta-feira (26), ao comparecer ao iHeartRadio Music Awards 2026, Swift foi vestindo um conjunto também em verde e, ao subir ao palco, lembrou justamente o início de sua carreira:

“Eu amo ser uma artista. Amo escrever músicas mais do que qualquer coisa no mundo. E eu não me considerava uma artista quando comecei a fazer isso. Era um hobby. Era um hobby, e depois se tornou o meu hobby favorito. E então passou a ser aquilo que eu corria para casa depois da escola para fazer. Era como: ‘mal posso esperar para voltar para o meu quarto, pegar meu violão e escrever uma música’.  E eu só quero dizer que, quando eu tinha 12 anos, tive o privilégio de passar milhares de horas trabalhando no meu ofício, praticando, errando, aprendendo por tentativa e erro. E tudo isso aconteceu completamente fora dos olhares, certo? Então era apenas eu e o meu trabalho.”

 

 

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