Revista atualiza patrimônio de Britney Spears após cantora vender catálogo musical

A Forbers atualizou o patrimônio de Britney Spears. Os novos dados levam em conta a recente venda do catálogo musical da cantora.

Segundo a revista, a “Princesa do Pop” agora tem um patrimônio de US$ 150 milhões (cerca de R$ 780.450.000,00 seguindo a cotação atual do dólar para real). O número leva em conta tanto o contrato com a Primary Wave, que é a dona dos direitos autorais da artista, quanto outros ganhos de sua carreira. 

Mesmo sendo um valor alto, Spears ainda ficaria abaixo de nomes como Katy Perry (US$ 360 milhões) e Dolly Parton (US$ 450 milhões), além de outras superestrelas bilionárias como Taylor Swift, Beyoncé e Rihanna. 

Britney Spears vende direitos autorais de seu catálogo musical

Britney Spears vendeu os direitos autorais de seu catálogo musical. A informação foi antecipada pelo veículo americano TMZ, na noite desta terça-feira (10).

Ainda de acordo com o site, a compradora é a empresa musical Primary Wave. O negócio foi firmado após um pagamento de US$ 200 milhões (pouco mais de R$ 1 bilhão na cotação atual).

O contrato inclui sucessos como “(You Drive Me) Crazy”, “…Baby One More Time”, “Break The Ice”, “Circus”, “Don’t Let Me Be the Last to Know”, “Everytime”, “Gimme More”, “Hold It Against Me”, “I Wanna Go”, “If U Seek Amy”, “I’m a Slave 4 U”, entre diversos outros.

A popstar se junta a uma enorme lista de outros artistas que já fizeram o mesmo: Justin Bieber, Katy Perry, Red Hot Chili PeppersQueenTame ImpalaGenesis e muito mais.

O que significa vender o catálogo musical?

Apesar de parecer uma decisão ruim, vender o catálogo musical está virando algo comum entre os grandes magnatas da indústria musical.

Entre as vantagens, a que se destaca é a financeira. Geralmente, a venda é firmada através de valores milionários, antecipando de uma só vez lucros que poderiam levar décadas.

Para os novos donos das faixas, as vantagens também são animadoras. Isso porque eles conseguem criar novas peças publicitárias com a ajuda das canções – e consequentemente aumentar o próprio lucro. Entre algumas dessas iniciativas, pode-se citar edições especiais de álbuns famosos.

A venda do catálogo musical não quer dizer, necessariamente, o fim da carreira de um músico. Em determinados contratos, ainda é possível continuar apresentando as canções vendidas em festivais, shows solo ou premiações.

Como exemplo, Justin Bieber já colocou à venda sua discografia, mas acabou lançando em 2025 dois álbuns inéditos. Ainda, performou no Grammy 2026 e é uma das atrações principais do Coachella, que acontece no próximo mês de abril.

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